terça-feira, 16 de outubro de 2007

De Onde Vem A Tua Inspiração?


Inspiração, posso analisar o termo, localizar e desvendar o conceito, posso retirar toda a essência e arestas de cada letra debaixo da palavra mas, sem nunca explicar de onde vem a minha inspiração. Pondero que a palavra minha seja a grande alteração do sentido do conceito de inspiração.
Pois minha dá todo um mar de pormenores que em tanto alteram o conceito de inspiração, tornam-se cordas que se agarram á palavra, é uma simbiose da língua e da escrita e a expressão torna-se em foro pessoal que apenas a cada um diz respeito, e no entanto uso ambas as palavras, pois pretendo descobrir em mim a minha inspiração, o que me faz escrever palavras sem nunca compreender porquê.
A inspiração toma controlo de mim demasiadas e as mais variadas vezes, a escrita está em bruto e portanto sem controlo, é o pouco controlo e a pouca razão que imprimo ás minhas mãos, deixo-me perder em metáforas e largo a alma pois a razão apenas corta o fruto do racíocinio emocional, e todo o lado direito do meu cérebro descansa, pois o meu lado esquerdo ocupa-se de me aproximar com o sonho que é de onde estas palavras parecem desbravar e é então que estou eu á frente de mim, é o duelo entre a minha razão e a minha entidade corporal com o meu espírito, a técnica e a vontade desliam nos meus dedos e escrevo em conjunto espelhando-me como em pinceladas numa tela, com força e sem rumo, sou apenas a liberdade da escrita, as folhas brancas são apenas palavras à espera de eu inserir.
Mas, não é o processo que toma conta do que eu digo, tudo o que escrevo, tudo o que se lê e se sente não é mais nada do que os detalhes. Pois são eles que me governam a imaginação, apenas preciso de pormenores para o geral, pois são as pequenas figruas e toques que em inspiram, não são coisas épicas são pequenos pontos de algo que em fazem sentir as mais belas sensações.

De onde vem a tua inspiração?

A minha vemd e tudo e de todos, cada ponto da minha vida, é inspiração à espera do maior estimulo da minha mente, a vida é poética demais apra tudo eu anotar. Mas, até morrer, a poesia da vida espero captar.

Um comentário:

Marta disse...

Deixando-me de filosofias e de tentativas de definir inspiraçao, vou directa ao assunto:

Inspiraste-me no nosso almoço. Viagens,fugas..
E, és o primeiro a saber que estou seriamente a pensar em criar um blog, visto que ando a escrever que nem uma louca e nao quero perder os meus textos.

Inspirado?