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terça-feira, 30 de outubro de 2007

Teclas ao sabor do vento


Fernando Pessoa era idiota! Luís de Camões era um bêbado! Eça de Queiroz um snob!

Tudo Hipócrita. Nada real

Não há corações sensatos neste imaginário literário.

Salve auto-biorgafias de futebolistas, a literatura portuguesa estagnava estava.

Eu gosto de escrever e soar esperto.

Eu escrevo porque tenhoa mania que sentido algum faço.

E VIVA A POESIA!

segunda-feira, 29 de outubro de 2007

A este texto chamo de algo.


Falta-me Inspiração. Gastei as pontas dos dedos em escrita intensiva nos últimos tempos, vazei tudo o que sabia e cansei-me de certas palavras, de certos assuntos, pois estou farto desta esprial de aborrecimento e de repeitção, pareço um maldito disco rachado a tocar semrpe o memso, não me apelido de um tom apenas, quero ser as cores todas a que estas palavras conotadas com demasiados valores e lamúrias conseguir inserir, hoje em dia todos nós precisamos de um abanão, eu preciso de vários.
Não entrar em confusões mentais é o meu serviço público, ultimamente tenho preterido ideias a ócio, ando um pouco cansado da minha própria voz, os meus pensamentos idílicos são um monte de disparates que merecem silêncio. E cá estão os comentários depreciativos, a esquizofrenia parece atingir novos níveis.
Estou portanto a relatar o quão cansado estou comigo mesmo. Ou algo parecido? Inseria-se aqui uma metáfora mas, todos sabem que este ettxo tem um contexto, talvez não tenha e eu só esteja a tentar fazer uma linha de racíocinio para chegar a um fim, é agora que apresento uma conclusão...


.


P.S- Não fiz sentido certo?

domingo, 21 de outubro de 2007

Hit Me With All Those Lights! I'm Ready For Life.


Sou eu, e o mundo. É o meu corpo frágil, aquecido por roupa velha e por sapatos gastos de tanto andar, cotnra o céu estrelado que tomba sobre mim, o céu ameaça cair a qualquer momento, o meu coração bate vivamente não receando mas, expectante de lhe cair em si todas as memórias.
A chama nos meus olhos é o reflexo de todas as luzes, de todas as estrelas que brilham sobre mim, elas reflectem-se em mim pois eu também estou reflectido nelas, a estrela deseja a liberdade de movimento para ver o mundo, eu anseio as estrelas para aliviar este coração que bate com a magnitude do mundo em minha volta. Tenho mente de sonhador, e todos os predadores da vida fria e madrasta podem tentar por-me em baixo. Não tenho medo de cair, pois tenho os olhos sempre postos em cima.
Caminho pelas estradas vazias com destino incerto, estou sozinho mas, vibro com o marde luzes envolto em mim, tudo muda aprece que anda muda. E sou idiota quando negligencio o mundo.
E portanto olho. Pois quando olho para as estrelas sei que há sempre uma razão, que nada neste mundo não pode esperar uns segundos, há soluções para tudo e eu apenas preciso da quebra periódica para me separar do Eu, pois eu sou um Nós. Sou eu e o mundo.
Não preciso de crença para pertencer a algo maior, preciso apenas de olhar para cima, faço parte de algo monumental, e as minhas epopeias são apenas repetições de eras, tenho alma de sonhador que nem o mais brutal dos assassinos deste mundo frio me pode tirar, tenho um grito na garganta, e um punho cerrado no coração que se encontra abismado pois a esperança consome-me.
Os meus erros são muitos mas, depois de uma vida como esta, vou de barco para o inferno e nenhuma chama me pode consumir. Pois são estas estrelas que os meus sonhos fazem ser verdadeiras e eu sou a luz que brilha em todos elas. Sou abençoado pois ainda não me esqueci de olhar para cima.


A calma de uma noite estrelada é tudo o que preciso para uma vida inteira de berros e desesperos.

Tudo muda, nada realmente é diferente. Sou tal como era em crianlça, apaixonado pela vida, apaixonado por sonhos. O Horizonte vai ser meu, pois tenho uns quantos amigos que por nada troco no bolso, uma caneta para este mundo idolatrar noutro, dois olhos para se apaixonarem pelo céu, e um coração para nestas ruas abandonadas ecoar.
Sou capaz de dançar a noite toda sozinho. Pois a vida é minha e não a vou largar. Problemas são o que eu faço deles, e faço deles uma audiência ao qual a minha vida vou relatar, e no fim da canção que é a minha vida, todos os obstáculos vão ser aplausos na minha hora de ir.


Atirem-me tudo. O meu sorriso sarcástico não se abaterá

quinta-feira, 4 de outubro de 2007

Self Portraits Are Words I Write


Tudo o que fazemos é um auto-retrato. Tudo o que escrevemos, tudo o que dizemos e até tudo o que copiamos é um auto-retrato nosso. é a nossa perspectiva, é a nossa identidade, e podemos falar sobre coisas que nunca vimos, continuará a ser o nosos auto-retrato.
Seja pelas fotografias que tiramos, pelos poemas que escrevemos, todos os rabiscos e desenhos são a nossa própria impressão. Tudo é um auto-retrato mesmo que não tenhamos consciência disso, vai estar tudo preso ao nosso pensamento, ás nossas percepções de realidade ou opinião, nunca fazemos algo sem imprimir algo nosso nele.
E são essas marcas que parecem perdurar. A pele envelhece, as rugas anscem, disformam a nossa cara, deixam descair tudo, e os nososs olhos esmorecem, o nosso cabelo fragiliza, e no entanto somos nós que estamos ali dentro. Presos num corpo que não faz jus a quem somos e, é com essa visão nos espelhos que nos apercebemos que nós não somos aquilo que vemos, somos aquilo que fazemos.
Cada pormenor, cada piada, cada rabisco, somos nós. De uma forma ou outra somos planos da nossa alma que passamos para algum sítio, mesmo que não vejamos no que fazemos pormenores, é o nosso auto-retrato.
E não é apenas o contéudo, a forma como delineamos as letras, como fazemos as pontas dos u's ou deixamos a perna dos g's irem para baixo, tudo isso somos nós, o nosso humor, a nossa alma, escrita ou pintada, alguma forma abstracta, somos sempre nós.
A imortaldiade está nas obras que executamos e deixamos para semrpe. Na memória de pessoas ou então perdidos em cantos obscuros do mundo.

O meu auto-retrato neste momento revela muitas pernas para baixo, muitas letras rabiscadas, muito pequenas, a melancolia e a preocupação, e a noite teima em não passar.

Confissões e Devaneios


Tremuras acompanham mais uma longa insónia de onde não pareçoe scapar. Sou a paranóia de Misty Wilmot, a dor de Angel Delaporte.
Sou o meu maior erro, sou a máscara que ponho na minha face e tanto chamo de cara e pago o preço com a minha felicidade recém-adquirida, pois não consigo deixar hábitos épicos e spartaquistas revelando a essência imatura e obscena do meu ser, sou uma criança, não sou mais que isso.
Odeio pena, e odeio despelotá-la nas pessoas. O meu instinto primitivo de acordar para melhores dias em nada me ajuda a entrar na minha realidade social, não sou um anarquista sem regras, sou um egocentrista de planóplias manipulativas que se perde em fascínios de tentativas de mudança.
Os meus erros, as minhas confianças ingénuas e a preterição do meu coração torcem-me o peito em dores e afogam-me em pensamentos delirantes de duas noites em branco a pensar no meu futuro que se aparenta bastante negro, uma nuvem grande que se abate sobre mim.
Sou o conformismo de Tyler Durden, não sou a rebelião de esquizofrenias.
O meu lado direito move e controla a minha mente não atendendo a quaisquer critérios da língua portuguesa, sou um bêbado do sono que não dorme e rabisca em teclas pensamentos de culpa e de dor.
Mereço tudo o que me acontece neste momento, mereço a dor da indecisão dela, mereço cada noite que ainda virá, mereço cada apertão e esticão do meu estômago que procura leis da atracção.
O Cepticisimo queima. O Karma é lixado.
E perco-me em deambulos da minha mente, afastado da minha cama de cimento onde o calor dela outrora estivera, e não tenho descanço, cada segundo que passa são as críticas e as palavras dolorosas que ela me apontou, estou em dor. Mereço cada segundo dela.
Sou um Deus das minhas aspirações, e perdi-as na ganância do meu assertivismo que eu considerava acertado, o meu julgamento e intromição que apenas trouxeram dor e desapontamento.

E agora não sei o que virá, quero-a. Terei que esperar e lançar-me à sorte, estes dias não aparentam melhorar.

Sou o enfarte de coração da alma.

segunda-feira, 11 de junho de 2007

Sitting In Reverse We Watch The Exit And Forget The Rest


Unidos por chantagens do destino, similares em historial, conformados, esfolados e manipulados por este mundo, encontramos a nossa paz sentados na penumbra das árvores a comentar as adversidades e a olhar para o vazio.
O cheiro a farturas, e o riso de crianças paira no ar e no entanto estamos somente sós, de forma poética ou completamente abstracta (argumentavelmente a sermos parvos), encontramos consolo nas palavras por vezes anexadas sem sentido e espontaneas e comentamos tudo o que vemos e pensamos. Porque nós somos assim, não estamos presos por pretextos e códigos, não temos uma faceta social que devemos equacionar, não pensamos em significados para as nossas palavras, não somos irreais e falsos como os adeptos das escadarias e da corrente social, podemos ser muita coisa mas, temos vida e sabemos que dentro de nós a razão está livre de condicionamentos que muitos não veem.
No entanto, sofres, e eu sei disso, perdes-te em paranóias, prendes-te em mentiras, morres em saudades e em frustrações, os teus olhos procuram descnasar, um sono que nunca atingirás dormindo, foste marcado e a ferida não passa, e chama-te parvo, comentam que não consegues avançar, apelidam-te de piegas e criticam a tua escritam, pensam neles em relação a ti, e nunca põe como te senets em primeiro, e isso enerva-mme, porque o que procuras não é seres um parasita, algo que não quer avançar, apenas retiraram-te algo e agora não sabes como continuar, e as pessoas que não percebem isso são idiotas pretensiossos e falso, cultos da filosofia do "eu":
Não me acho melhroes que els, eu também não sei quem sou, posos ser uma pesosa horirvel ou um frágil desconhecido mas, sei discernir e também tenhos ofrido, portanto consolo-me em saber que alguém em ovue e que sou amigo de alguém, e quando nos encontramos a olahr para o avzio sei que não é um simples ar de enfado é a nossa forma de simplesemnte popausar na nossa procura de felicidade, esperança, é quando somos completamente honestos, é quando tentamos simpelsmente descansar, e eu nas tuas palavras encontro um amigo, esperoq ue nos meus actos também encontres um.
Porque podemos ser irreverentes, ou simples marginais na hierarquia da adolescência mas, por enquanto mais vale ser assime ser verdadeiro do que outra coisa, a feira fica lá atrás de nós, exuberante e presa pro sorrisos mas, nós estamos à frente, as nossas feridas e espiritos esperançosos veem o que há a seguir.

Eles vivem ainda a festa, nós sabemso que há um dia a seguir.

E olhamos para o vazio, inexplciavelmente poéticos, ou simplesmente cansados? Meu amigo,os olhos pesam-me e as feridas abatem-me mas, a companhia de um amigo torna sempre a viagem mais agradável.



Para: Miguel

quinta-feira, 3 de maio de 2007

The Reason I'm [Feeling], The Rise And The Fall




Why do i keep making the same mistakes? Why can't I just do it right for once? I wanted to make you smile, to make you happy, to make you feel secure, i wanted to be your friend, your best friend, and i turned out as your biggest disappointement, the last thing you deserve.
This days, it's not only you, it's every single person i see that i feel i'm letting down, why can't i be a better person i don't ask it for the sake of me, i just want you to be free and for once i ask: Am i so bad that i deserve all that is getting me down?


Yes? Please say no...

quarta-feira, 18 de abril de 2007

The Contrast Of A Midspring Midsummer Classic




"The summer left me to a different fate.
This drastic urge will take some time to find its weight.
I run head on into traffic in the afternoon.
I log the longest miles alone at night inside my room."

Mudar,a palavra de cinco letras que talvez represente mais o meu estado de espirito nestes últimos dias. A ideia de mudança. A vivência desta mesma no meu dia-a-dia, mais um capitulo que se encerra se foi bom ou mau não tenho resposta mas, foi diferente.
Todo o cenário é diferente, o sabor das coisas é diferente as mesmas pessoas são seres completamente diferentes, nada é o mesmo nada o será de novo, eu odeio admitir que já nada se mantém mas, mudar é natural, e o meu natural é contestar por isso vou ser natural.
Onde antes um pátio era um local de encontro com tudo que eu gostava, vazio e desprovido de população, é agora o ponto de encontro de todas as pessoas conhecidas ou estranhos que eu prefiro não ver, sinto que as memórias de todo um ano são perdidas tal como o fumo que se espaire no ar, e desapareça, que o lugar perca o unico sentido que teve para mim, que tudo o que esteja ligado se ligue apenas à minha memória, posso ser egoista mas, gostava de preservar algumas coisas mas em tudo o que o tempo toca, muda, e eu terei que me conformar.
Onde antes via um amigo agora vejo um passado, onde antes me via no sorriso dela, agora vejo a minha angustia e a mentira dela, memóravel verão que me deu, memoraveis memórias de dor que não julgava conhecer e de paixão que julgava ser estranha, ensinou-me pela primeira vez que estava realmente vivo, o meu coração a bater ao som das ondas, enquanto mergulhava ans minhas memórias mas, já nem essas memórias se mantêm, revisionistas de falsos sorrisos procuram reformular cronicas do meu passado e do meu ser, conseguirei sorrir ou terei que voltar a uma espiral de angústia, ou serei apático, atipico a tudo o que me rodeia. Não é só ela que está cinzenta na minha mente, melhores amigos, hábitos, e paixões andam a mudar a uma velocidade que eu não consigo acompanhar seja a pavão que já não é quem eu julgava ser, embora ainda espectacular e importante já vai à minha frente, seja a rebelde que eu via sempre como o meu lar que aos poucos deixa de ser quem eu conhecia, embora não o queira admitir, quer seja o meu melhor amigo cujo telefone já não toca tantas vezes, e cujas longas conversas são crónicas.
Neste mundo que está a mudar cada vez mais rápido sinto-me perdido, perdido no meu passado, perdido no presente porque mesmo as pessoas que estão cá mudam aos meus olhos e eu já não sei o que sentir, ás evzes não me sinto capaz de sentir, estou apático a tanta coisa, parece que parte de mim está ausente, está presa por estipulações que eu não consigo cumprir, quero deixar de divagar, quero saber onde estou, quero saber quem sou.
Everything Changes It Seems Nothing Ever Changes, os meus pensamentos são os mesmos, os tempos são diferentes

quarta-feira, 11 de abril de 2007

A City By Light Divided





Smeared black ink... your palms are sweaty
And i'm barely listening to last demands
I'm staring at the asphalt wondering what's buried underneath where i am

I'll wear my badge... a vinyl sticker with bigh block letters adherent to my chest
That tells your new friends i am a visitory here...
I am not permanent
And the only thing keeping me dry is where i am

You seem so out of context in this gaudy apartment complex
A stranger with yor door key explaining that i am just visiting
And i am finally seeing why i was the one worth leaving

D.C. sleeps alone tonight

You seem so so out of context in this gaudy apartment complex
A stranger with your door key explaining that i am just visiting
And i am finally seing why i was the one worth leaving
The district sleeps alone tonight after the bars turn out their lights
And send the autos swerving into the loneliest evening
And i am finally seeing why i was the one worth leaving

- The District Sleeps Alone Tonight


Cocktails: Não sei porque voltaste, pensava que já tinhas dito tudo o que tinhas a dizer mas, a 19 de Março mostraste que apoós tudo o que passámos ainda tens o peso das tuas palavras na tua cabeça, espero que a minha lingua não esteja presa o suficiente para voltar atrás, estou nesta estrada esta noite, e apenas desejo que despareças, porque a tua paragem foi lá atrás....


Dreams: E no entanto nos meus sonhos, aidna te vejo, ainda me visitas, e eu ainda acredito que posos voltar atrás, quero tentar de novo a nossa amziade, tenho saudades do teu sorriso, e no entanto será isto nada mais que o sonho que me prende de noite, ou será que é um presságio que a nossa história ainda não acabou...

"My mind is clear, my heart's alive
I've been through this before and I know that I'll survive
I don't need your eyes, I've got the city lights
Electric lifeblood flowing through these concrete veins
And I don't need your truths
I've got one of my own..."

- City Lights

Requiem For The Living







“This time it's on my own.
Minutes from somewhere else.
Somewhere I made a wish with Lucky Denver Mint.
Hurry go on ahead.
Good things won't let you wait.
I'll catch up when we get home.
At home I'll leave.
A dollar under water keeps on dreaming for me.
You're not bigger than this, not better.
Why can't you learn.”

-Lucky Denver Mint


O que me leva a escrever sobre estas coisas, que me atrai tanto numa paisagem vazia e desprovida de luz que me obriga a desabafar nestas linhas, porque é que a ideia de escuridão e a a sensação de solidão me acompanham memso quando as pessoas de quem mais gosto se encontram ao meu lado? Não quero, nem posso mostrar o que realmente sinto, não mereço ser a perturbação de uma paisagem que para tantos é bela e reconfortante mas, para mim é só mais um sinal de que o que realmente quero não se encontra comigo, que o que realmente quero não é o que procuro. Enquanto todos aguardam a meia-noite feliz, eu olho para as luzes da cidade que acompanham estes sentimentos em queda, o sentido da situação em que me encontro não é o mesmo da situação em que devia estar.
Sorrisos, abraços, celebração era isto que devia estar a sentir, no entanto o riso parece-me todo malicioso, a noite invês de cobrir tudo de escuro traz a luz ás pessoas, vícios ixoneráveis que me afectam, defeitos meus que me atormentam, quão verdadeiro é esta situação do que o sorriso que ouso forçar sobre a minha cara? Quero provar que sou mais que isto, quero mostrar que a companhia daqueles que me rodeiam é suficiente para negar a infelicidade que se abate...


“All these words trip over cracks in the sidewalks. I'm finally coming close to ghost. I'm dancing on your gravest words. I'm toasting all the coldest stares. All the loneliest of eyes.The city lights are burning too bright. “

-Your Gravest Words


Neste ambiente de revelações, de sorrisos madrastos e de incapacidade de compustura social, todo o simbolismo de um horizonte torna-se a abnda sonora do meu momento, as vozes distantes, e o som do mar, o meu coração contra a areia fria, procuro o descanso nas lágrimas de outra pessoa, uma surpresa, cujo valor eu nem sempre ousei dar, a sua cara é a única luz nesta escuridão, as luzes artificiais, as luzes da presença de outras pessoa não são mais que meras interferências à minha ilibação do egoísmo e egotismo que sou.
Os caminhos tortuosos da vida deram a mim uma casualidade, uma companhia neste pináculo de paradigma emocional, a celebração da vida e amziade, é na verdade a celebração de momentos passados, e embora o meu dsicurso não seja o mais fácil de entender, as mágoas procurei apaziguar, e um sorriso por mais amargo que tenha custado espero ter alcançado, neste mar de tristeza, o barco mantém-se a flutuar para um amanhã alcançar, palavras passadas, o futuro de mais dão não vão privar.




“ Frustration's driven you to angry dreams. Your bitterness doesn't surprise me. truly believe that you want more than this.That what you want is very simple,Somehow so complex to get. “

-Nebraska


Os vicios controlam a identidade de uma pesoa, a sua mera essência é integrada no seu vicio, resposats as nossas frustrações, pilares de sonhos não realizdos ou de um ténue liberalismo perdido, mais uma pessoa cujo solo foi frio de mais, para algum calor animar.
Celebrações que eprdem o seu carácter, enquanto a promessa de uns se esmorece em plenos segundos, os sinais de feridas não saradas atacam por todos os aldos, os risos num clima oriental não retiram a unica evrdade que é analisavel, a celebração é um pretexto para uns se afogarem em viagens enevoeiradas de um ar pesado e viciado, com o aroma de susbstâncias a penetrar pos pulmões e atacando a mente, seja liquido ou sólido, o vício afasta a identidade comum que todos partilhavam ao ínicio e leva-os em espirais diferenets, frustração, nostalgia, infelicidade, desilusão, as emoções são a real identdiade nesta noite.
Estas espirais embroa detectaveis enm sempre são compreendidas, outras evzes os olhos a estas são fechadas, por falta de eprsistência ou por malícia, quem interage com estas pessoas ou procura a razão, ou realziar feitos nunca osuados, palavras de um estarnho podem ser confortaveis, e braços de um amigo podem ser ofensas, perdidos na dúvida e no nevoiero não procuramos a razaõ, procuramos a solução que nunca antes encontrámos, para os nossos problemas, e por tanto caímos na teia de estranhos, e caimos da confiança de outros, quando a poeira cair, no entanto a noite já etrá morrido, e cada um volta ás suas tocas, com ou sem a resolução que procura.


“if you see me grinding it's a disguise. if you see me grinning don't trust me lies. when the ink dries we'll have another masterpiece. when the drink dies we'll have another restless sleep, a magic dream haver, an abracadaver, use your mind over matter 'til there's nothing the matter at all. these columns are calmly calming me down. the white stripe of light from the sky to the ground is the biggest most obvious red flag, and it's waving away in the wind. and nobody sees the clouds or the trees, only the dust ... and the fire within. “

-Abracadver


Na espiral das emoções de identidades que já perderam o rumo em poucas horas, todos dão á costa, como que perdidos e desgraçados, cienets do seu estado, demasiado cansados, incapazes de tentar enganar a uncia verdade, a efemera gloria de um momento em nada facilita a matar a evrdade que ousa apdoerar-se dos nossos olhos, uns pensando no futuro promissor mas, presos a um passado por resolver, outros a aproveitarem o mometo sem pensar na situação que os rodeia, uns que não encontram o que procuram, e falham mais uma vez e cuja visão do amr, é talvez a mais perfeita justificação do seu percurso, outros encerram capitulos, outros deixam-se cair em pensamentos que os atormentam e que lhes consome, enquanto que o unico maco de uma possivel luz, desaparece entre risos, palavras, e um vulto que engloba dois corações, a unica reposta que é procurada não está ao alcançe de uma ilusão, está explicita, e cienet do que é rpeciso fazer para sorrir, as lzues de uma ponte encadeiam o passado e o futuro, memórias conjuntas nunca nascidas, e ilusões de semanas anteriores posats emc ausa, todos estão sozinhos, esses todos são o meu sorriso explicito, e esperançoso, a revibrar nos meus ossos, os problemas que os assolam permitem-me pensar em conjunto, são todos a minah dientidade, e enquanto que uma parte de mim morre, outra torna-se mais forte, a minha sobriedade e a minha felciidade está toda presa por finos fios que nos unem, todos os que ao pé de mim se encontram nesta escuridão, pdoem não dar a luz que procuro mas, tornam-me o mais digno possível dessa luz, enquanto que a ilusão de uma salvação esmorece ao som de dois corações.

“the rise and fall and gentle drops
precipitation never stops i pulled the clouds
inside me and now it's raining again. cried in
my sleep last night for the first time. dying while
i live, living where we die. “

-Another Boring Story


Realmenet após a sepração de todos os elementos, os simples fios que em prendiam quebram-se na melodia da escuridão, a doce ilusão do conforto de um cobertor, não tapa a verdade, a escuridão que tudo se abate, memórias da meia-noite a passar por segundos nos meus olhos, a segurança a esmroecer, e o sentimento de uma queda livre que nunca parará, amanhã o dia irá chegar, e outra aborrecida história revelará?


“And the dreamers walk slowly through the crowds
Nothing can stop us now. “