Mostrando postagens com marcador good times. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador good times. Mostrar todas as postagens

domingo, 4 de novembro de 2007

There's No Sun Nowadays or I Have One Killer Headache


Mais uma noite enevoada. Mais risos perdidos entre fumo e dialectos que eu não me recordo plenamente, mais teorias exacerbadas e auto-retratos comparados, tudo sobre um tabuleiro e um copo de dados assinalando jogos de má sorte, é uma notie escura mas, todos os corações nesta varanda queimam mais do que a visão de estrelas e dos infernos onde não receamos ir parar.
E é uma contenda permanente, contra o tempo que passa, contra as memórias que perduram e contra todos os pensamentos inóspitos que mentes estimuladas a tal podem ter, pois sombras e luzes fazem reflexos esotéricos que fazem corações abter mais um pouco, um pouco mais rápido e onde o mais racional e céptico homem se vê confrontado com as suas próprias dúvidas.
Por enrte estes cortinados e a olhar a Lua que se prepara para tombar, parece que na minha mente dançei a noite toda, dancei nas palavars de toda a gente, e custa então andar na boca de todo o mundo enquanto não se sabe onde exactamente acabamos por ficar,como ficamos, pois o futuro é incerto e todas as palavars deste mundo podem criar ou avassalar, por isso sou de ouvidos fechados a comentários envenenados pois cobras que mordam o seu veneno porque não há maneira de me tentarem a ir contra as minahs escolhas, e ponham-me nas bocas de todo o mundo e façam os comentários eu seia evrdade, e será sempre bem-vindo quem acreditar, pois enquanto tiver estas nites em que me rio com pessoas de quem gosto e enquanto essas pessoas forem minahs amigas, sei que algo estou a fazer bem.
O Presente nunca é pior do que o Passado, o Futuro é incerto pois lanço de novo os dados no tabuleiro e sorrio, sei todas as respostase todas as perguntas irei um dia responder.

terça-feira, 23 de outubro de 2007

Um Anti-Compromisso

Exma. Professora Ana Monteiro,

Dia 23 de Setembro do ano corrente, a professora sugeriu de forma subtil um compromisso ao bom-comportamento dos seus alunos, no entanto não encontro qualquer razões para assinar tal documento caso seja alguma vez editado.
Pois os dados e as razões apresentadas foram-me apenas dirigidas de forma oral, sem qualquer conhecimento da totalaridade da acta da respectiva reunião onde estes supostos eventos foram discutidos. Embora tenha completa fé no delegado para a representação da turma, este não foi eleito pelo meu voto e portanto encontro-me na minoria. Realçar a palavra minoria que a professora tanto gosta de usar. Pois a professora goosta sempre de referir as origens de cada um, como se pretendesse mostrar que não há problemas com esta, por favor deixemo-nos de separação a nivel intelectual, e racial da turma pois embora não duvide das suas boas intenções, são boas alturas de aula que se perdem.
Outros momentos de aula perdidos são aqueles em que a professora efusivamente relata os pormenores da sua vida pessoal, e todos os pormenores não vitais ao funcionamento da turma.
O que pretendo dizer com as minhas declarações, é que o aluno precisa de um modelo a seguir, e de acordo com as suas palavras, as aulas são uma "merda" citando directamente do seu vocabulário, portanto antes de acusar a turma de mau-comportamento sugiro que lhe seja ensinado uns quantos sinónimos para aliviar algumas lacunas que realmente afectam o seu discurso. Passando à frente destas mínimas queixas deste aluno, concordo que a paz deve ser estabelecida na turma para o melhor trabalho desta.
No entanto, duvido bastante que a sua forma de dialogar que permite pouca ou zero palavra do aluno seja exposta, pois fui ensinado a ouvir até ao fim, e a professora gosta abstante de interromper e gritar aos céus a sua opinião (passe a expressão), não deixando depois o aluno acabar a sua declaração. Tamanha atrocidade não devia ser usado na oralidade, pois revela uma certa ignorância e vontade manipulativa do seu discurso.
Antes de nos menosprezar, e de nos declarar como "pirralhos" que perturbam as aulas, deviamos considerar que o ensino prestado pela professora não compensa as diversas falta de carácter, discurso ofensivo e comportamento passivo-agressivo que a turma tem que aturar em todas as aulas. A sua insegurança, imaturidade, e falta de aptidão para a oraldiade, além que as suas emoções sobre os alunos deveriam ficar para fora do espaço lectivo, pois gostariamos de aprender, e não duvidando das suas capacidades, está a ser um pouco díficil.
Não me encontro dísponivel para assinar um compromisso com a cara professora pois gostaria que a doutora se comprometesse a avaliar as suas acções, e depois de uma discussão própria e justa, não como a professora faz no meio da aula, em que apela à razão pública depois de o público ter sido instigado a responder, sme tons de voz acima do normal, e depois de avaliar o seu comportamento, assine um compromisso em qeu irá ser uma professora melhor.
Pois em toda a minha sinceridade, se exige um compromisso e um comportamento nosso, eu exigo as mínimas qualidades na professora, e para tal preciso de um compromisso escrito que limite a sua capacidade de divagar e de perturbar a aula, para atingirmos um melhor aproveiatmento.
Isto tudo com uma pequena nota em que apelo a que compareça às aulas. Precisamos de si lá, quer pareça ou não.

Sinceramente

Pedro Miguel Pereira nº23 12ºJ

terça-feira, 4 de setembro de 2007

A Portrait Of Somewhat The Best Months Of The Year In One Person


Cigarros apagados num cinzeiro quando a alvorada já passa, risos e conversas esvairando-se na atmosfera, acompanhando as estrelas pra a eternidade, e enquanto o nascer do sol não nos apanha a nós criaturas noctívagas de sombras e contrastes, as nossas marcas realçam quem somos.
Enquanto te olho de uma distância, vejo-te levar mais um pirilampo vermelho que se consome nos teus lábios, e os teus olhos escondidos pelo mano do sono e pelo véu da luz lembram as histórias de outra noite de cumplicidade, de amizade, de confissões, esperanças e futuros.
O teu cabelo de tons louros e castanhos esvoaça coma brisa da manhã, acompanhado por um múrmurio leve das vozes do nosso passado e suspiras em ode aos bons tempos que parecem não voltar, e os teus olhos anseiam o calor de almas que te abandonam, e o teu espírito encontra-se do outro lado das nuvens, preso por se's e por peças de teatro da tua mente. O Homem planeia, Deus ri-se.
E nos recantos da tua alma, sentes-te numa encruzilhada, num limbo que teima em não passar, como se cada passo em frente fosse apenas mais uma volta à inquietação, estás preso num nevoeiro, numa história sem desenlace, és um círculo quebrado ao qual os sonhos faltaram, e onde o frio do mundo tomou o teu coração e lançou-o, perdendo-o numa espiral sem fim.
E o nascer do sol do mundo, não é o teu nascer do sol. As tuas mãos marcadas com histórias tremem com o menor esgar do passado, a sombra que se cria em tudo revela a dor e a cicatriz da tua alma que parece não desaparecer, e custa a sarar, e o mundo quere-te julgar, corações fios e caras perfeitas de glórias efémeras de alturas de juventude mas, os aspectos não duram para sempre, e os pobres de alma vão diminuir com o tempo, e a tua luz que se perde em memórias há-de perdurar mais que os sorrisos e as conversas cínicas de pessoas que se queimam e não tentam o futuro.
E sei que quando olhas a mesma lua que eu, acreditas que um dia irás ser feliz, sei que dentro de ti há algo novo a nascer, uma versão mais adulta mais sábia, e serás como uma árvore, sereno e calmo, sem medo do futuro, sem arrependimento do passado, viverás ao sabor do teu ritmo.
As pessoas andam a tentar apanhar o relógio e controlar o tempo, tu hás-de ser o dono do teu próprio tempo, pode parecer longe mas, esse dia vais chegar, o dia em que a tua alma voltará a ser uma com o teu corpo e nesse dia saberás que nunca voltarás a perder a tua luz. Olho-te agora do canto do olho, embebido em sonho, e desgastado de tanto confessar de tanto declamar mas, sei que me entendes, e é um orgulho ser teu amigo, é um orgulho conhecer-te Miguel Elias, és mais do que uma pessoa, és uma entidade e uma luz no qual a minha amizade se banha todos os dias da nossa vida.

segunda-feira, 16 de abril de 2007

So This Is What It Looks Like





When my eyes are my music, and my ears are life