All I Know
Is that I adore you more than anything
And I don't care
If You Are Annoyed With Me
All I Know
Is being with you means everything
This life without you
Would feel so boring
I'm never gonna go
I just wanted you to know
I'm never gonna go
I Wanted you to know
So please tell me
I'm no tdreaming
Because I would feel so empty
Without You Hugging me
All I Know
If adoring you is a fellony
They would have to take me into custody
Where I would write silly Rhymes
Not ever wondering about wasting time
All I Know is
That a fear is coming over me
That i won't think about you constantly
And that darling can't do
Becausethinking makes me feel so happy
I'm never gonna go
I just wanted you to know
I'm never gonna go
I Wanted you to know
I'm never gonna go
I just wanted you to know
I'm never gonna go
I Wanted you to know
So I write songs
1000 if I have to
To make you see
That forever in my heart
You're gonna be
I'm never gonna go
I just wanted you to know
quinta-feira, 31 de janeiro de 2008
Na Varanda- There's No Such Thing As A Right Reality PT 1

Deitado na cama. A música beijando-me os ouvidos.
Vejo pessoas a falar mas, as suas vozes são versos numa canção lenta, que progride em mim, fazendo-se ouvir nos meus olhos, fazendo-se ouvir nas pontas frias dos meus dedos.
O tecto é uma tábua rasa. Tanto ou mais que o meu próprio ser, o meu céu urbano, o céu que ilumina, e é um simples tecto mas, torno-o no que eu quiser, na minha mente só há estrelas, vindas de todas as noites onde desejei estar longe.
Quebro-me da realidade, deixo os meus amigos a um canto da divisão, expandindo-a.
As paredes afastam-se, prolongadas pelo som da música. Nesta realidade, o som é a lei, a soberana.
E tudo gira, tudo gira em volta do tecto, este é o seu cento, centro do mundo, ponte para a realidade.
Fecho os meus olhos, queimando a ponte e largando-me por fim totalmente, já não sinto os dedos.
Deixo o meu corpo noutro plano apocalíptico, torno-me frequência AM, uma linha de pensamento nas ondas FM, a voz possuída do teu rádio.
Quem sintonizar encontra a mesma música que estou a ouvir, que me leva para outro mundo, algures na estrelas, uma música que se propaga, toca em todos os que a ouvem.
E o tecto esse limite, esse quebra-se, e abrem.-se vales e desfiladeiros. Embrenho-me na música sobrevoando por cima deles.
Deitado nesta cama posso ir onde desejar, ao sabor do pensamento, livre da dor de pensar, como se Pessoa fosse.
Quando a música acabar, vou voltar ao mundo, desço á realidade. Vozes e vultos regressarão.
E este céu magnífico e mágico desaparecerá. Aproveito os últimos segundos da canção para viajar, e sonhar, sonhar com este céu que nunca irá regressar.
Ghost Stories XII- Laura Crow, Love

Debaixo da casa que se intitula de Hollow Manor, escadas de madeira levam ao promontório, as nuvens cobrindo o sol, pintando a paisagem de azul, banhada pelo pôr-do-sol.
No promontório Laura Crow olha o horizonte, esperando o regresso do seu amado, do seu coração.
De vestido negro agarrada a um pingente com um coração de prata, olhando a linha final do mar, o seu coração latejando.
Mas, em Hollow Manor o tempo não passa, a espera será eterna.
Ao longe, o velho farol de Hollow Manor ilumina a entrada da baía, o lugar onde ele ia aparecer, onde vinha para os braços dela.
O vento levanta-lhe os cabelos negros, e a esperança evita as lágrimas, pois não deseja perder a única coisa que lhe dá sentido á vida.
Pois sem o amor, sem a alegria do seu regresso, a vida é só mais um fardo na sua alma, só mais uma doença de espírito.
E Laura Crow aguarda, aguarda pelas velas brancas do barco dele, levando a mão ao pingente, ao sabor amargo e doce da memória.
A ânsia quase que mata Laura Crow, no entanto a esperança dá-lhe vida e sentido.
Uma folha que cai mas, voa por momentos incertos antes de cair realmente e beijar o chão Laura Crow espera, desde sempre e para sempre, à espera.
Mas, Laura não sabe que a morte roubou o tempo, e agora só resta aguardar pela eterna imortalidade.
Ghost Stories XI- Robert Caulfield, Youth

De frente para o quarto de Kate, encontrava-se outro quarto.
A porta laranja, com a fechadura dourada levando ao quarto de Robert Caulfield, um quarto que é um mundo, um mundo de Robert Caulfield.
As estrelas desenhadas na parede, iluminadas pelo sol que brilha no exterior, a primavera da sua juventude.
Os brinquedo espalhados pelo quarto, locomotivas de madeira, e carros de metal, num quarto onde as arcas se encontram cheias de bonecos, e peluhes, um mundo dentro de um mundo.
A inocência da juventude, o tempo em que se sente o conforto e segurança dos pais, a liberdade do espírito, a liberdade da consciência.
Robert pula, e grita, sorrindo no mundo dentro da sua cabeça, histórias de capa e espada, onde Robert não é um simples rapaz, é um rei, um cavaleiro, príncipe ou um astuto ladrão.
Robert é tudo o que deseja ser.
A juventude é efémera mas, é a altura mais feliz da vida, onde tudo parece eterno.
Deitado agora na sua cama, Robert é e sempre será uma criança, feliz. O solhos castanhos brilhando, o sorriso matreiro debaixo das suas sardas.
Pois o tempo foi roubado e a morte desapareceu.
Criança eterna.
O coração puro para sempre.
Felicidade na juventude.
Para sempre.
A juventude passa num piscar de olhos mas, o tempo em que a vivemos nunca há-de desaparecer.
Cartada do Destino
Na mesa circular, é um duelo do destino, uma total concentração procurando não perder dinheiro...
Esse objecto de corrupção que faz perder almas e cabeças, gera disputa e contendas... Oh calamidade a que o mundo chegou!! Para viver é preciso um papel dizer que podemos.
E, não jogo por ele, não vejo na minha vida uma necessidade de dinheiro, tenho o quanto precisar e não ambiciono mais...Complicações financeiras não são para mim.
Os meus adversários olham-me com nervosismo...a minha calma afecta pois não tenho medo, medo de perder.
Oh sorte...! Cobres todos os que de ti não dependem, pois creio que os teus favoritos são aqueles que atiram o destino para trás.
A última mão é um jogo psicológico do qual não farei parte, os meus adversários temem esta calma de louco...
E desprezo-os pois comprometem a sua integridade ao jogo...Essa é a sua maor aposta não o dinheiro.
Quem vive obcecado pelo dinheiro, está destinado a perdê-lo, a viver como se este fosse ar, desprezáveis são os humanos, mesmo os amigos!
A minha única posse é o conhecimento, o conhecimento de saber que tudo, tudo neste mundo é efémero.
E preparo a última jogada...um estalo na cara da sorte e do risco, apostando todo o meu dinheiro, é um ataque de loucura dizem muitos...Nunca estive tão são.
- Estás louco?
Não, Eduardo. Nunca me senti tão bem...A sorte é de quem a não desejar.
Alexandre Vieira
Esse objecto de corrupção que faz perder almas e cabeças, gera disputa e contendas... Oh calamidade a que o mundo chegou!! Para viver é preciso um papel dizer que podemos.
E, não jogo por ele, não vejo na minha vida uma necessidade de dinheiro, tenho o quanto precisar e não ambiciono mais...Complicações financeiras não são para mim.
Os meus adversários olham-me com nervosismo...a minha calma afecta pois não tenho medo, medo de perder.
Oh sorte...! Cobres todos os que de ti não dependem, pois creio que os teus favoritos são aqueles que atiram o destino para trás.
A última mão é um jogo psicológico do qual não farei parte, os meus adversários temem esta calma de louco...
E desprezo-os pois comprometem a sua integridade ao jogo...Essa é a sua maor aposta não o dinheiro.
Quem vive obcecado pelo dinheiro, está destinado a perdê-lo, a viver como se este fosse ar, desprezáveis são os humanos, mesmo os amigos!
A minha única posse é o conhecimento, o conhecimento de saber que tudo, tudo neste mundo é efémero.
E preparo a última jogada...um estalo na cara da sorte e do risco, apostando todo o meu dinheiro, é um ataque de loucura dizem muitos...Nunca estive tão são.
- Estás louco?
Não, Eduardo. Nunca me senti tão bem...A sorte é de quem a não desejar.
Alexandre Vieira
Perdi A Vontade de escrever

Perdi a vontade de mais uma vez ecrever. Atravesso esta estrada da vida num deserto onde nada me interessa, nem nada me comove.
Diz-se que o homem deve ver o deserto uma vez uma vez antes de morrer, de experienciar o silêncio total do mundo, de forma a encontrar a sua própria voz.
E pergunto-me se é assim comigo. Se devo passar este momento árido na minha vida de escritor para encontrar algor ealmento digno de se escrever.
E ainda não tenho nenhuma novidade quanto ao tema, não tenho nenhuma notícia quanto ao tamanho, só me resta agora esperar.
E a estarei eu á espera de um momento de iluminação, ou estarei a esperar em vão?
Não pretendo passar a vida à espera de inspiração mas, tudo na minha vida é agora um quadro estagnado, uma fotografia, os elementos não movem, nada muda.
E será o grande culpado da minha ânsia, a própria vida em si?
Os mesmos lugares, as mesmas caras já nada trazem á vida, são simples dejá vu's em repetição constante.
E desejo voltar a escrever, pois aparentemente é a única coisa que me faz mover, escrever noite adentro sem nenhum objectivo, apenas reflectindoe repetindo.
Pergunto-me o que há do outro lado da minha janela, um novo mundo sem dúvida, um mundo dentro do mundo.
Quero ver esse mundo, quero vivê-lo, quero relatá-lo, e escrevê-lo para as pessoas, contar as suas histórias o melhor que conseguir.
Um novo mundo, um mundo a que chamo casa, um mundo para mim, lá no horizonte
Lights, Camera, Life

Perde-te na luz.
As linhas que escreves são simples memórias do que alguma vez foste. Como uma polaroid vês todos os passos dados no passado, simples fotografias a preto e branco do que nunca mais volta a ser.
E irás sentir-te assim mais vezes, mais do que alguma vez te lembrarás, porque o futuro para ti será só mais uma continuação no futuro, fechas-te em ti mesmo, os alicerces da tua vida quebrando-se sobre a luz dentro de ti.
Por isso solta-te.
No entanto acordas todos os dias passando à margem, deixando a vida passar ao lado, foste outrora lutado, agora és mais um, bêbado de sonhos perdido em lembranças de quando tudo parecia tão bom, e a luz dentro de ti esmroece com a última lágrima dos teus olhos contra a almofada.
E irás levantar-te, o teu coração sentindo a falta de um lugar imaginário que nunca existiu realmente, um sítio a que chamavas lar, agora são só quatro paredes, do qual perdeste a chave muito atrás no teu caminho.
E onde está a tua voz? Onde estão os olhos que perescrutavam a vida? Estás cego e caíste na canção dolente, esperando por morrer.
Arrastas-te pelas ruas, o céu está sempre nebulado, os sorrisos nunca são os melhores, que falta na tua vida senão tu?
Era este o caminho que desejaste? Todos aqueles anos de luta, de sonhos e de vida para agora deixares a luz terminar, explode.
Deixa toda a luz sair, rasga o mundo a preto e branco, o passado ficou no caminho, o futuro esse é o único destino, e ainda respiras, então ainda tens uma vida para te provares, para seres herói.
Não conquistes o mundo, conquista-te a ti mesmo, e um dia olharás o céu e saberás que foste tudo o que podias ser, pode não ser o sentido da vida ma,s dá sentido a uma.
Rasga as imagens negras das memórias, acaba os pesadelos, queima o mundo que te abate, e apaga as sombras, deixa a luz respirar.
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