Mostrando postagens com marcador feelings. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador feelings. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 21 de dezembro de 2007

Lisboa


Lisboa, és a minha mais sincera amante, a eterna donzela que segura sempre a minha mão.
É nas tuas ruas que suspiro as minhas tardes, é nas tuas noites que gasto os meus sapatos, nas tuas manhãs que vivo a minha nostalgia, e é em ti que a minha vida se desenrola.
O teu céu não é o mesmo que me cai todas as manhãs no resto do mundo, o céu que cai sobre mim são gerações de poemas e letras, todas pintadas pelo maior dos artistas criando para os teus prédios, para as tuas alamedas, um céu digno da da tua história.
E minha bela amante, conheci contigo vitória e derrota, euforia e apatia, foste a minha companheira no bom e no mal.
Abraçaste-me nos meus momentos mais bonitos, as tuas luzes iluminando os meus momentos de amante, os teus corredores testemunhando os meus momentos mais humanos, guardando-os nas tuas paredes, nas tuas janelas, na tua calçada.
Acarinhaste-me contra o teu peito, como o bom filho teu que sou quando me escorriam as lágrimas do desespero, a dor da suadade, confortaste-me nas vozes dos teus habitantes, as tuas pracetas foram a minha guarida.
E aceitaste-me sempre, fosse eu um condenado ou um amado, tomaste conta de mim, encheste-me de vida todos os momentos, com amigos, ou sozinho, estiveste sempre comigo, elevando-te perante mim, em toda a tua grandeza, nunca fechando as tuas portas à minha causa.
E foi em ti que conheci a amizade, gastando a voz, de voz rouca, do pôr-do-sol ao nascer da madrugada, esperando o comboio enquanto me guardavas nos teus braços as últimas réstias da noite.
Conheci contigo o amor, a paixão do primeiro beijo, acolheste-me quando amei outra, e foste para nós a nossa casa, transportando-me nas tuas estradas até casa dela, para os locais que com ela te marcaram em mim, e foste sempre amável, mostrando-me o melhor da vida.
E quando o amor acabou, acolheste-me no meu desespero, as tuas luzes foram carícias em coração magoado, e embora nostálgica e reclamando memória, trouxeste-me paz de novo.
E Lisboa, depois de tudo, da dor, do amor, do ardor, da saudade, da amizade, és ainda a minha única casa, serei sempre teu e da estrada, um amante imperfeito para uma cidade perfeita.
Deste-me vida, incontáveis memórias, dou-te todo o meu amor, e a alegria de sempre poder voltar.

quinta-feira, 29 de novembro de 2007

Descansar


Estou cansado, e exausto, a escrita torna-se intragável peso na minha garganta.
Se me vissem os nervos, veriam as pontas dos dedos gastas, de escrever sobre tudo e o nada, e os dedos ousam mas, o cérebro está cansado.
Portanto remeto-me a uma canção de embalar, deixo-me ir na prosa simples e de fácil apreço.
Gosto de ti, embora tu possas discordar. Gosto das nossas conversas, e isso ninguém me consegue tirar. És uma voz apaziguante no meio de todo o caos. Nestes dias que correm sinto-me cansado e exausto mas, tenho sempre as tua especial forma de ser para me animar, para me fazer sorrir.
Não depreendas que esteja triste, porque não estou. Estou apenas um pouco cansado, e com um pouco de ócio, preciso de escrever, de coisas importantes acabar mas, não me consigo obrigar a fazê-lo.
Sinto o teu apoio mas, sinto que não há nada a apoiar, simplesmente me começo a conformar que nada consigo alcançar.
canta-me então uma música de embalar e fecha-me estes olhos cansados, não quero perder estes sonhos.
Abraça-me nos teus braços uma última vez e faz-me sentir em casa, perdido em almofadas e cobertores, lembra-me de casa, pois não me lembro de tamanha sensação, não tenho tacto nem olfacto.
São várias as dores nas costas, cada vértebra partida de cada queda, cada suspiro de mais uma tarde sem ver o pôr-do-sol. Sou uma estrela que nunca ascendeu, sou uma alma conformada.
Estou deleitado em frente ao sol, encostado a ti, olhos semi-cerrados e o horizonte. Não consigo escrever, tudo o que agarro é areia. Cada minuto perdido na minha vida pesa-me no coração, estes são sentimentos em desvanecer, sinto-me cansado. Estou apenas cansado.
Gritos, suspiros, múrmurios, já tive demasiados desses. Canta-me a minha canção.
Canta-me a música do dia em que nos conhecemos, canta-me a canção no dia em que te desiludi, canta-me quando fomos heróis, e quando fomes forasteiros, canta-me e talvez me lembre
E me deixe simplesmente adormecer, não durmo à tanto tempo. Estou sempre acordado

Este texto é de quem ele tirar um sentido.

sábado, 24 de novembro de 2007

Circunferência.


Gostava de pensar que cresci. Que a minha estadia neste mundo conhece uma evolução, que vou aprendendo com os erros e os obstáculos que se vão apresentado, como se o processo natural de crescer acontecesse mas, quão natural é crescer? Mudar é assim algo tão inevitável? Podia pensar que cresci mas, não sei como. Estou no mesmo lugar.
As coisas mudaram. Caras mudaram, os lugares mudaram, o que antes me fazia sorrir já não faz, e outras coisas que nunca imaginei acontecer, aconteceram mas, isto é um filme e mudam os actores mas, o enredo é sempre o mesmo.
Encontro-me sempre apático a tudo o que me rodeia, como se me sentasse sozinho num bar, a beber uma bebida à espera que a vida começa. A vida já começou, eu é que estou a perder com voltas de avanço.
Limitado por um sítio que cada vez me parece mais pequeno, quero estar com as pessoas de quem gosto mas, longe daqui, voar estradas sem fim, e ir para algum lado, perdido em desventuras por motéis de segunda categoria, e a dormir no chão de estranhos, sem ter um futuro em que pensar, quero viver o presente.
Mas, não sou preso apenas pelos lugares, estou preso por mim. Peco pela ociosidade, deixo-me ficar preso a torutosos sentimentos que não significam nada, pontes sem destino, encontro-me expectante sem anda porque esperar. E não consigo afastar este sentimento, esta sombra que se abate sobre mim.
Quero sentir o vento, quero quebrar o vício, quero soltar-me de uma vez por todas desta minha sombra, à uma vida à minha espera e eu não a consigo agarrar, ela escorregar da minha mão.
E tudo muda, a vida continua, as cosias avançam mas, sou o memso rapaz sonhador, sonho por um amor, sonho por amigos, sonho por palavras, e neste momento ainda só são sonhos, espero que um dia seja algo mais.

segunda-feira, 19 de novembro de 2007

Break The Silence With The Night


Silêncio. As avenidas encontram-se abandonadas ao silêncio, as suas estradas estão entregues a um frio e morto silêncio, os destinos cruzam-se no silêncio e a vida esmorece na luz da noite, o silêncio engole e retira a vida à mais ténue luz. Fazendo-se acompanhar de sombras e da imaginação o seu pano negro cobre o consciente e invade a vida, o silêncio apaga as vivas almas das estradas e assim silencia o mundo.
Resta pois apenas paisagem urbana, presa nos cordões da imaginação e da natureza, pincelada pelo mito, onde os prédios e as árvores sucumbem ao desconhecido da sombra, e o silêncio vê na luz dos candeeiros a chama da calma, a calma fria da noite, encerra o mundo, e esta paisagem é quador, quadro de toda a aparência, de toda a calma antes da tempestade, não só literal como metafórica a tempestade encontra-se em dois sítios, no meu mortal peito, e nos imortais céus, testemunhos do tempo.
O quadro mantém-se quieto ams, levanto os olhos em direcção ao céu, afronto Deuses ou entidades para me aclamarem, os ideais fazem de mim herói desta epopeia urbana, simples sonhador de escrita como arma, com olhos que ousam beijar os céus, a chama ardente do meu coração, a problemática da minah respiração cria oa rdor em mim, cria a revolta e a amargura e o olhar que lanço aos céus é acompanhado pela marcha triunfante do bater do meu coração.
E então ela cai.
Espelho de alma, espelho da memória, cai a densa chuva, levantando uma cortina que me envolve por completo, e a orquestra começa a longa dedicatória ao tempo, e a paisagem sinistra do silêncio é quebrada, e eleva-se a apatia. Os olhos amargurados são agora limpos por todas as gotas de água que me lavam de pensamentos, sou livre por fim.
O coração eclodindo a cada passo dado, enfrenta a chuva, chuva que sela as memórias e os espíritos dentro de suas casas, torna a cidade e as suas avenidas um deserto urbano no qual a minha imaginação percorre as vielas despertando em mim a liberdade e uma solidão libertante, sozinho com a natureza, no meu estado mais puro na terra, cada apsso pelos caminhos desenhados no chão fazem este pobre coração bater mais depressa.
Quando finalmente encontro descanso na areia, perdido numa praia abandonada,a chuva a cair-me na cara lavando-me de todas as cordas à realdiade, ouço o quebrar da orquestra da monotonia. Queda inevitavel de relâmpago, o marchar de tambores é a marcha para a qual o meu coração trabalho, de braços estendidos e de sorriso na cara, sinto-me vivo. A luz e o gritar dos céus tornam-me mais alto e mais vivo que qualquer outro ser, não há receio nem medo, uma entrega completa ao destino inexistente deixam os meus hábitos de jogador decidir por mim, a tempestade é a minha mais confortável casa, a casa da minha eterna inquietação.
A tempestade é a música que entoa o meu coração. Perdido nos meus sentidos e na minha imaginação, e tudo parece lá tão atrás.

quinta-feira, 15 de novembro de 2007

Wandering


Imagino. Fecho-me em pensamentos, oblívio ao mundo em meu redor, engolido por todos os sonhos que aparentam só no meu sono residir, apagam-se os olhos e nascem outros, chamas incandescentes que revibram ao som da imaginação.
De olhos fechados é mais fácil abrir o coração, é mais fácil deixar outro mundo invadir-me, descontrolam-se as emoções, e deixam-se as preocupações espairecer, apenas resido eu e todos os mundos infindáveis que eu conseguir imaginar. Lagos e montanhas, vales e céus azuis, todas as cores, todos os fragmentos de mundo mergulham em concepções, e crio este novo mundo a que chamo de meu. Não é preciso haver mais ninguém aqui para ele existir, apenas precisa de mim para sobreviver, e eu preciso apenas dele para sonhar.
Sonhar, o meu mais infímo recluso, onde consigo realmente ser eu. Onde não sinto julgamentos de olhos alheios, nem as opiniões das pessoas que eu não quero ouvir, onde posso criar tudo, e esse tudo ser apenas belo, um sítio onde todos os meus desejos se tornam reais, onde posso escapar ás verdadeiras realidades deste mundo, um sítio onde nunca a calma se esvanecerá. É um sítio belo, o dos meus sonhos. Faz-me sentir seguro, protege-me de um frio e vulnerabilidade do mundo, entoa em mim uma canção dolente em que deixo-me apenas levar, como que uma onda.
O mundo pode esperar sem mim umas horas, enquanto eu ainda poder sonhar, enquanto houver uma alternativa a um mundo frio e por vezes cruel, se não puder sonhar, se não puder criar imagens e mundos, se simplesmente não conseguir descansar, perco os motivos para sorrir, perco-me.
E tremo a pensar como seria sem sonhos. Como seria sem estes minutos em que o mundo se cala, e eu sou apenas eu, eu e o meu mundo, onde todos os problemas desaparecem por instantes, onde posso ser feliz.

Se me tiram isso tiram-me tudo. A realidade é por vezes demasiado cruel para aguentar, preciso de sonhos para me agarrar.

quarta-feira, 14 de novembro de 2007

Everchanging


Morrer sem o coração parar. Desaparecer sem nunca ter realmente saído do lugar. Perder-se mas, estar sempre no mesmo local.
E esta morte é simples metáfora mas, nunca será uma simples palavra, a morte do ser não é a morte em questão, a morte dos lugares onde depositei o coração, essa é a verdadeira questão. É a morte lenta que sacode o meu corpo, a memória persiste mas, o local onde ela pertence não é o mesmo (nunca mais será).
Inquieta-me o simples coração ver a distorção e a corrupção deste lugar onde deposito memórias felizes, memórias que nunca vão ter um lugar onde voltar, que se perdem nas crónicas do pensamento.
O meu pensamento cria inventório, tenta ligar todas as memórias a uma época, a um momento, a um lugar, como quadros numa galeria, são momentos, e momentos que irei sempre recordar, são testemunhos do caminho de onde vim, e sem elas nunca saberei para onde me encaminharei. Portanto inquieta-se este coração sem local onde suas memórias possam repousar, torna a realidade em simples mito, e um passado que nunca mais no presente se situará.
Sento-me pensativo no muro de pedra, antes era tudo sebes e árvores, e olho para a praceta onde ficava o chafariz (uma criança outrora corria à volta dele).
Vejo uma criança a rir-se no cheiro da marsia, no meio dos trilhos e das flores, sorrindo sem nunca querendo ir-se embora, e assim nasce a memória.

Agora, que vida pode essa memória ter no meio de árvores cortadas, e excessos de pedras lapidadas?

Ao menos tenho-as, tenho memórias, tenho sempre. Memórias felizes e que irei manter vivas, mantendo velas acesas e chamas incandescentes que testemunham a sua preservação, e elas farão de mim quem quer que eu um dia seja.
Olho agora o céu, não suportando a violência que este lugar agora me traz, vejo nuvens claras, o memso céu de à dez anos atrás, e suspiro, vagarosamente, percorrido de saudade. A nostalgia que sempre me acompanha, acompanhará agor mais alguma memória.

Tudo muda. Parece que nada nunca muda.

terça-feira, 13 de novembro de 2007

The Lonesome Crowded West


Estradas. Longos caminhos que percorrem as paisagens da minha terra, ligam-me o conhecido ao desconhecido, penetrando pela minha visão adentro e desaparecendo no horizonte, desaparecendo no meio do nada. O horizonte parece-me sorrir de novo.
Ver a estrada traz-me memórias, memórias de uma criança sonhadora que em mim nunca desapareceu, memórias de uma criança que sonhava em suber e descer vales mas, essa criança cresceu e as caminhadas nas montanhas foram agora substítuidas, o desejo da simples observação, de me apaixonar através do vidro do carro, destes sentimentos precários e eloquentes já pouco resta.
Agora tudo o que parece apenas resistir, apenas se mantém e ainda cresce, é o desejo de desaparecer no fundo da estrada, de chegar a um local onde ninguém tenha estado, onde apenas a minha imaginação me pode levar.
Imaginação. Esse brilhante trapézio que me lança do conhecido para o desconhecido, parando o coração em pleno salto, congelando os segundos entre o antes e o depois, salto pois sem nunca olhar para baixo, para o mar o mar de dúvidas. Pois a vida é um trapézio sem rede, e cada escolha deve ser vista como essencial.
No entanto nem sempre foi assim. No seio da minha família outrora via uma rede que nunca me deixaria cair no mar, no mar de onde pouca gente consegue voltar.
Mas, hoje em dia a percepção é maior, e vejo que na família não me posso sempre fiar, e os sonhos peculiares de crianaçs, deixam de ser sonhos, e tornam-se simples esperança, esperança que uma estrada nos perca no horizonte, esse desejo nunca perece.
Portanto esta estrada pode ser a minha hipótese, pode ser a solução, pode ser o salto do trapézio, a viagem a solução, que me leve ao desconhecido, e esse desconhecido pode ser o que eu sempre aspirei a encontrar.
Na estrada deposito esperança, amsi que esperança, deposito o meu coração, pois casa é um conceito que começo a não ter, e desaparecer no horizonte parece a única casa que a lar posso apelidar, poderei estar enganado. Mais uma dúvida.
Mas, por enquanto darei asas à criança em mim, darei asas ao pensamento de quem sou, e imaginar-me-ei perdido nas estradas, montes e vales, e questionar-me-ei se alguma vez os irei realmente caminhar

quarta-feira, 7 de novembro de 2007

What Ever Happened To The Rain


Sentado no meu quarto, na escuridão e conforto do meu lar, sinto-me em falta do espírito do Outono, do leve toque das mãos do frio da melancolia sazonal, sinto a falta das nuvens no mar que engolem o barulho e regem o silêncio que trazem a melancolia e o pensamento, e sinto a falta da brisa marinha nas manhãs chuvosas onde sou o único caminhante nas ruas abandonadas, onde são as minhas mais brilhantes euforias e fantasias em jogos de percepção durante tardes nas ruas solitárias.
Este sol precisa de um descanso, de guardar os seus brilhantes raios pois o som da chuva deixa saudade nos meus ouvidos, e o som do vento na minha janela parece agora uma memória distante, o conforto na solidão de uma manhã chuvosa é à muito uma ilusão e estas ruas que ecoam gritos e memórias precisam de ser lavadas de novo para dar lugar a novas histórias, a chuva tarda em chegar, e o meu espírito levar.
A energia esgota-se do meu corpo, e este sol é agora uma simples música de Verão que o meu corpo não consegue acompanhar, estou pronto para ritmos mais calmos, ritmos melancólicos e de vagarosas valsas que me apaixonem no conforto do meu cansaço, o Outono é a canção de embalar que nunca mais me vem acalmar, e os meus olhos castanhos olham o céu azul em busca de nuvens mas, bons prenúncios nunca mais parecem chegar.
As ruas isoladas na solidão da noite são as mais vagas emmórias desses tempos, e é sentado no chão do meu quarto, aguardando uma nova enchente de melancolia que imagino os mais épicos sonhos, os mais brilhantes devaneios do meu espírito melancólico. O clima não condiz com o pensamento.
É nestes sonhos que sonho construír um barco. Numa qualquer colina, pinto-lhe o velho casco de cores mortas em ode simbólico da minha vontade, reparo as tábuas velhas e gastas, e vejo a chaminé a deitar lentamente fumo provenienets da caldeira, o som leve e repetitivo do fogo a crepitar, sons confortantes dessas épocas onde sou apenas eu e os meus pensamentos. E esse barco, também ele sonha, pois ele é tão Eu como Eu sou Ele, somos um só, a minha vontade acaba na sua chaminé, e o convés dele acaba no meu peito dilacerado por um coração. Ele sonha, ele sonha com o mar.
Tal como eu, os nossos olhos põe-se no horizonte, e desejamos o mar, o som das amarras a apertarem-se com a brisa marinha, um isolamento com o breve e confortante acompanhamento da chuva, onde todos os sentimentos podem sair livremente, o barco sonha com o mar, no topo da colina onde reside, e eu sonho com a chuva que o vai tirar de lá, e descer as ruas desta cidade abandonada, olhando para tudo, e levando-me em direcção para onde o meu coração bate, esse destino será um sonho, um desejo de um cansaço ou algum sítio real, isso cabe ao meu barco me levar, em tons de valsa com as chuvas de Outono a acompanhar

Não sou original


Não o sou! Não importa o que digam ou o que pensem, de originalidade nada tenho, tudo o que sou, já muitos foram antes, tudo o que escrevo, já foi escrito por outros, eu sou assim uma repetição.
Não diria uma imitação idêntica de alguém ou de algo porque, não sou uma cópia, eu não finjo ser alguém, nem me faço passar por nenhuma pessoa em concreto, pois embora imitação seja a forma mais honesta de elogio, seria algo idiótico limitar-me dessa forma, ser uma simples sombra.
Continuo a afirmar que não sou original mas, nunca serei uma cópia de ninguém, nunca serei um Vonnegut, Salinger ou Gaiman, pois todos esses tem nome, e eu também tenho um, e é um dever natural fazer desse nome alguma coisa, dar-lhe a minha própria história.
E ambiciono ser original mas, nunca o vou conseguir ser, ninguém o realmente é, porque o nosso pensamento é sempre construído por algo que nunca foi nosso, somos estimulados pelo exterior e pelos outros.
Quando nos olhamos ao espelho, seria superficial ver apenas o nosso reflexo, seria um acto inconsciente e automático, um reflexo apenas físico.
Nós não somos simplesmente nós, desde que nascemos que aprendemos com o que nos rodeia, e portanto também com as pessoas, quem julgamos ser, é quem apresentamos ao mundo, e quem somos nós então, senão pensamento, ideias e ideais de outros?
É portanto muito subjectivo, quase impossível ser original, único, pois somos todos parte daquilo que outros já foram. Invejo os verdadeiros originais, que não pertencem a nenhum grupo, que são os precursores de tudo, aspiro a um dia ser assim, original.
Mas, sou limitado e aind anão descobri esse caminho para iluminação de consciência, e até lá nas minahs palavras estão os pensamentos, as ideias, das pessoas que construíram o meu ser. Quem eu sou, o que escrevo, tudo isso são fragmentos de almas de todos os que de mim fazem parte.

terça-feira, 6 de novembro de 2007

Palavras são só palavras, nada mais.


Sinto-me uma pessoa vazia, sinto a falta de algo entre o meu coração e o meu consciente, sinto que cada palavra e cada frase são senão uma estrutura e uma técnica, pois, eu não sinto nada. No meu cognitivo sinto-me vazio e até agora não sou capaz de nutrir qualquer sentimento na minah escrita.
Fui um poço de sentimentos e de palavras à apenas alguns dias e agora estou assim pois, vazio, na falta de algo. Um quarto vazio, de paredes brancas, onde se nota o espaço onde outrora se encontrava mobília, candeeiros, quadros nas paredes que haviam desaparecido.
E eu sou assim, eu estou assim. Preso pela noção de algo que tive, que fui, e sinto essa falta, que essa ausência é uma ausência de mim.
Estou separado do que me faz Eu, não me sinto ligado a sentimento e memórias mas, há uma ponte mas, não há destino para ela, eu já conheci o outro lado mas, agora nem as palavras na outra margem habitam, sinto-me vazio, sem total consciência de que assim estou, estas palavras são ocas, pois não sinto qualquer sentimento, e não me sinto triste por isso.
Esta escrita é racional e lógica, de mim não brota qualquer sentimento nas palavras,d e mim próprio não tenho pena, estou fora do meu corpo. Observo-me.
Sou um próprio estranho na miha vida, estas palavras não fui eu que escrevi, o autor destas palavras não é o mesmo de quem as lê, são apenas palavras para mim, sou um simples leitor, o escritor em mim é um cientista, um estudioso das palavras. A minha inspiração e paixão estão dormentes.
Que sentido fazem então estas palavras se não tem sentimento? São palavras completamente vazias que representam o meu actual estado de espírito, um vácuo permanenye, uma ausência de alma matter, uma apatia que se toma de mim, e faz de mim uma marioneta das palavras, isenta de sentimentos

quinta-feira, 25 de outubro de 2007

Em Falta de Ideais


Passei tanto tempo sem me aperceber do que me rodeava, perdido em coisas minhas e momentos de felicidade tenho negligencido a parte de mim que alguma coisa queria mudar, que queria ser maior que a vida, esqueço-me de defender as coisas mas, agora estou demasiado cansado para lutar.
O coração bate mas, é uma ilusão pois não sinto nenhum conforto, encontro-me demasiado exausto para fazer mais do que me arrastar por todas essas ruelas que escrevem no meu caminho, e sinto-me um maldito deprimido por todas estas palavras que escrevo, é tudo uma condenação mental, torturo-me apenas para me lemrbar, se a somrba fosse viva já estava no chão completamente acordado, e é por isso que me custa tanto estar assim, limitado.
Custam-me estas limitações, custa-me estar preso entre o que posso e não posso fazer, estou a deixar a facildiade de cair apoderar-se de mim, e negligencio todas as vozes que me entoaram músicas de protesto e me ensinaram a lutar pela moralidade, por um mundo melhor, dei prioridade a outros assuntos e esqueci-me do mundo que desejo mudar, porque a procura do meu Eu está no mundo alterar, de mudar vidas para melhor, de ser alguém.
Pois dêe-me ideais, porque não quero parar, não evolui, quero crescer como pessoa e quero encontrar a minha música para cantar, ainda quero mais dieais, porque o passado é errado, preciso de novas palavras para me inspriar.

Não aguento não sentir, não aguento sentir-me parado, não aguento não lutar por nada, quando lutar por algo é tudo o que eu sei.

quarta-feira, 24 de outubro de 2007

O meu próprio caminho


Estou perdido neste caminho, que tantos parecem achar errado, é no entanto o meu caminho.
Poderia então desistir desta caminhada, que tantos parecem achar incorrecta mas, não há valor em desistir de quem sou, sou o meu próprio apoio, é de minha vontade que faço esta caminhada, sou eu sem pretensão e orgulho, apenas vejo em caminhos diferentes uma forma de me conhecer melhor.
Esta procura do ser entra em ruptura com o caminho calmo e racional delineado pelo senso commum, pois eu por vezes aparento estar sozinho nesta caminhada minha apenas mas, não me encontro perdido, não é preciso um local de chegada para chegar a sítio algum.
É neste momento, o meu conforto. Não ter um sitio aonde tenho que chegar, esta perspectiva dá-me uma infinidade de opções, fragmenta o meu destino e lança-me no nada, e o rumo deixa de ser uma estrada, o meu caminho torna-se num oceano, um oceano interminavel onde me posso perder em vias e decisões, um oceano de escolhas.
Por cada local que passo, conheço opiniões, conheço pessoas diferentes, e mais do que amizades e contactos estabelecidos, conheço caminhos e estradas. Por vezes não são as vozes dessas pessoas que mos indicam, por vezes sou eu que vejo por entre palavras e ideias, são oportunidades de mudar, são escolhas a tomar.
E quando estas vozes me abrem caminhos, eu agradecido recuso, pois essa não é a minha história. Eu não sou escolhas nem indicações, onde fica a vida no conformismo dos caminhos caminhados por outrem?
Complico o fácil. Sou criticado por tal. Por optar pela diferença, por ser peculiar. Eu não sou nada desses adjectivos, apenas escolhos os caminhos menos prováveis, se isso faz de mim diferente entã ainda melhor, mais díficil se torna seguir o meu caminho.
Seguindo este improvável caminho apenas temo a trivialidade pois nada receio mais do que uma vida comum, são capítulos estes que escrevo, é esta vida que eu teço.
Pois, então não me indiques caminhos caro amigo, pisadas tuas eu não sigo. Nesta história, neste caminho que percorre a única coisa que se segue pisadas é a minha sombra que atrás de mim me acompanha, lembrando-me as escolhas deixadas para trás

terça-feira, 23 de outubro de 2007

Blurry Visions And Ending Desires Down On Hope Street


Sou um simples viciado. Um iludido, e um fraco. São estas palavras que melhor me caracterizam pois ao mínimo prenúncio baixo logo defesas. Neste quarto sou apenas mais um vulto cansado, apenas mais parte da divisão, pois é aqui que todas as memórias me prendem, é o útlimo elo a ti.
A falta de palavras é evidente pois não pareço o mais fluente na língua no momento desta escrita, pois perder-me em metáforas tira o sentido e a essência do texto, não me quero perder por adjectivos e metonímias, altera toda a coesão de emoções, que infelizmente é tudo o que tenho.
Olhando pela mesma janela onde te aguardava hoje, vejo que neste bairro escuro e pouco iluminado a minha janela é a única aberta, apenas eu abro as portas ao mundo mas, sou o único preso ao teu mundo, a janela é uma ilusão, e as memórias preenchem cada candeeiro e cada imagem com uma lembrança da tua presença, o meu quarto é uma prisão. As luzes estão apagadas, só eu ainda não me apercebi.
É incompreensivel o meu estado de espírito relativamente a ti, especialmente tendo em conta as tuas acções e como estás, sou um ignorante que melhor não consegue realmente fazer, que fica preso a esperança e a sentimentos que nunca te foram verdadeiros e a estas problemáticas é-me respondido uma explosão de silêncio, pois no teu coração deveria ter levado uma tabuleta a dizer que estava apenas de visita.
Estou farto de escrever sobre ti, não quero escrever mais. Quero encontrar uma vida só minha em que tu és apenas algo do passado.

domingo, 21 de outubro de 2007

Hit Me With All Those Lights! I'm Ready For Life.


Sou eu, e o mundo. É o meu corpo frágil, aquecido por roupa velha e por sapatos gastos de tanto andar, cotnra o céu estrelado que tomba sobre mim, o céu ameaça cair a qualquer momento, o meu coração bate vivamente não receando mas, expectante de lhe cair em si todas as memórias.
A chama nos meus olhos é o reflexo de todas as luzes, de todas as estrelas que brilham sobre mim, elas reflectem-se em mim pois eu também estou reflectido nelas, a estrela deseja a liberdade de movimento para ver o mundo, eu anseio as estrelas para aliviar este coração que bate com a magnitude do mundo em minha volta. Tenho mente de sonhador, e todos os predadores da vida fria e madrasta podem tentar por-me em baixo. Não tenho medo de cair, pois tenho os olhos sempre postos em cima.
Caminho pelas estradas vazias com destino incerto, estou sozinho mas, vibro com o marde luzes envolto em mim, tudo muda aprece que anda muda. E sou idiota quando negligencio o mundo.
E portanto olho. Pois quando olho para as estrelas sei que há sempre uma razão, que nada neste mundo não pode esperar uns segundos, há soluções para tudo e eu apenas preciso da quebra periódica para me separar do Eu, pois eu sou um Nós. Sou eu e o mundo.
Não preciso de crença para pertencer a algo maior, preciso apenas de olhar para cima, faço parte de algo monumental, e as minhas epopeias são apenas repetições de eras, tenho alma de sonhador que nem o mais brutal dos assassinos deste mundo frio me pode tirar, tenho um grito na garganta, e um punho cerrado no coração que se encontra abismado pois a esperança consome-me.
Os meus erros são muitos mas, depois de uma vida como esta, vou de barco para o inferno e nenhuma chama me pode consumir. Pois são estas estrelas que os meus sonhos fazem ser verdadeiras e eu sou a luz que brilha em todos elas. Sou abençoado pois ainda não me esqueci de olhar para cima.


A calma de uma noite estrelada é tudo o que preciso para uma vida inteira de berros e desesperos.

Tudo muda, nada realmente é diferente. Sou tal como era em crianlça, apaixonado pela vida, apaixonado por sonhos. O Horizonte vai ser meu, pois tenho uns quantos amigos que por nada troco no bolso, uma caneta para este mundo idolatrar noutro, dois olhos para se apaixonarem pelo céu, e um coração para nestas ruas abandonadas ecoar.
Sou capaz de dançar a noite toda sozinho. Pois a vida é minha e não a vou largar. Problemas são o que eu faço deles, e faço deles uma audiência ao qual a minha vida vou relatar, e no fim da canção que é a minha vida, todos os obstáculos vão ser aplausos na minha hora de ir.


Atirem-me tudo. O meu sorriso sarcástico não se abaterá

quinta-feira, 4 de outubro de 2007

Let Me Dream


Mr. Sandman won't you bring me back my dreams? I'm tired of nightmares and angered dreams, just make her come back.

Let me dream a little dream of her.

Self Portraits Are Words I Write


Tudo o que fazemos é um auto-retrato. Tudo o que escrevemos, tudo o que dizemos e até tudo o que copiamos é um auto-retrato nosso. é a nossa perspectiva, é a nossa identidade, e podemos falar sobre coisas que nunca vimos, continuará a ser o nosos auto-retrato.
Seja pelas fotografias que tiramos, pelos poemas que escrevemos, todos os rabiscos e desenhos são a nossa própria impressão. Tudo é um auto-retrato mesmo que não tenhamos consciência disso, vai estar tudo preso ao nosso pensamento, ás nossas percepções de realidade ou opinião, nunca fazemos algo sem imprimir algo nosso nele.
E são essas marcas que parecem perdurar. A pele envelhece, as rugas anscem, disformam a nossa cara, deixam descair tudo, e os nososs olhos esmorecem, o nosso cabelo fragiliza, e no entanto somos nós que estamos ali dentro. Presos num corpo que não faz jus a quem somos e, é com essa visão nos espelhos que nos apercebemos que nós não somos aquilo que vemos, somos aquilo que fazemos.
Cada pormenor, cada piada, cada rabisco, somos nós. De uma forma ou outra somos planos da nossa alma que passamos para algum sítio, mesmo que não vejamos no que fazemos pormenores, é o nosso auto-retrato.
E não é apenas o contéudo, a forma como delineamos as letras, como fazemos as pontas dos u's ou deixamos a perna dos g's irem para baixo, tudo isso somos nós, o nosso humor, a nossa alma, escrita ou pintada, alguma forma abstracta, somos sempre nós.
A imortaldiade está nas obras que executamos e deixamos para semrpe. Na memória de pessoas ou então perdidos em cantos obscuros do mundo.

O meu auto-retrato neste momento revela muitas pernas para baixo, muitas letras rabiscadas, muito pequenas, a melancolia e a preocupação, e a noite teima em não passar.

Confissões e Devaneios


Tremuras acompanham mais uma longa insónia de onde não pareçoe scapar. Sou a paranóia de Misty Wilmot, a dor de Angel Delaporte.
Sou o meu maior erro, sou a máscara que ponho na minha face e tanto chamo de cara e pago o preço com a minha felicidade recém-adquirida, pois não consigo deixar hábitos épicos e spartaquistas revelando a essência imatura e obscena do meu ser, sou uma criança, não sou mais que isso.
Odeio pena, e odeio despelotá-la nas pessoas. O meu instinto primitivo de acordar para melhores dias em nada me ajuda a entrar na minha realidade social, não sou um anarquista sem regras, sou um egocentrista de planóplias manipulativas que se perde em fascínios de tentativas de mudança.
Os meus erros, as minhas confianças ingénuas e a preterição do meu coração torcem-me o peito em dores e afogam-me em pensamentos delirantes de duas noites em branco a pensar no meu futuro que se aparenta bastante negro, uma nuvem grande que se abate sobre mim.
Sou o conformismo de Tyler Durden, não sou a rebelião de esquizofrenias.
O meu lado direito move e controla a minha mente não atendendo a quaisquer critérios da língua portuguesa, sou um bêbado do sono que não dorme e rabisca em teclas pensamentos de culpa e de dor.
Mereço tudo o que me acontece neste momento, mereço a dor da indecisão dela, mereço cada noite que ainda virá, mereço cada apertão e esticão do meu estômago que procura leis da atracção.
O Cepticisimo queima. O Karma é lixado.
E perco-me em deambulos da minha mente, afastado da minha cama de cimento onde o calor dela outrora estivera, e não tenho descanço, cada segundo que passa são as críticas e as palavras dolorosas que ela me apontou, estou em dor. Mereço cada segundo dela.
Sou um Deus das minhas aspirações, e perdi-as na ganância do meu assertivismo que eu considerava acertado, o meu julgamento e intromição que apenas trouxeram dor e desapontamento.

E agora não sei o que virá, quero-a. Terei que esperar e lançar-me à sorte, estes dias não aparentam melhorar.

Sou o enfarte de coração da alma.

quarta-feira, 26 de setembro de 2007

I'm In Love With A Song


Estou apaixonado por uma música. Não é uma música qualquer, feita num simples estúdio num álbum de reconhecimento público, não a ouço na rádio, não toca nos meus inumeros cd's que ocupam as minhas paredes azuis mas, por ela estou apaixonado.
Ninguém a ouve, só eu, apenas eu delimito os seus versos, o refrão, a introdução, a ponte entre quadras e tercetos, e as harmonias invadem-me os ouvidos, ouço-a todos os dias, apixono-me por ela sempre que ouço o primeiro acorde.
Não detecto as notas, não procuro localizar como foi feita, não a consigo planear nem a localizar no espaço/tempo, ela rompe todas as leis da natureza, e a sua frequência inaudível enche-me todos os dias com novos significados para palavras mas, contra poetas e pintores, ela não segue o orpheu, ela não esquece nada atrás, ela apenas reinventa, ela dá-me novos olhos.
Estou apaixonado por uma música, não por palavras alinhadas por fonética e conotação, não pelas metáforas e trocadilhos interessantes mas, pela forma que me faz sentir, pela sua essência, é uma canção mas, não foi escrita, nem foi ouvida, e uma canção pode ser uma canção sem a ter ouvido?
Pode, porque sinto cada tecla, e se eu fechar os olhos, à noite, sob o céu estrelado consigo ver ondas azuis a percorrerem as avenidas por onde caminho, a ecoar, tão frágil e bonita, tão única e simples mas, poderosa e mesmerizante. Mas, se a imagino, será ela real?
Estou apaixonado por uma música, quando a ouço, sem ninguém a ouvir, sinto passos em cada toque do piano, cada colcheia é uma sarda na sua cara, cada clave de sol é um pouco do seu lábio, cada acorde é o toque dela, cada batida de uma bateria solitária, é o som do seu coração, o baixo que pauta os ritmos é a presença angelical dela, cada som do violino é o som da sua voz, e sei quem é ela, sei porque só eu a ouço.
Estou apaixonado por uma música, só eu a ouço e mais ninguém, é a música que mais adoro de todas as músicas que já ouvi, quando a ouço imagino olhos verdes em que me perco todos os dias, e em que penso todos os dias, os versos são o dia 28, o dia 29, por vezes ouço dia 9, e lembro-me de que música é esta.
Estou apaixonado por uma música, uma canção, a harmonia perfeita que está sempre comigo, que me faz sentir feliz, és a melodia que eu quero, és a canção que vai estar sempre na minha vida.

E é uma canção bonita, é a canção mais bonita da minha vida, e é só minha.


Adoro-te

segunda-feira, 30 de julho de 2007

Words Are Meaningless, When Kissing You Is All I Want To Do


Poderia fingir que não sinto o que sinto para que o mundo não andasse atrás de ti, a perguntar-te, para que conseguisses ser mais feliz e não ficasses desconfortável pelo que as pessoas dizem e pensam mas, eu quero pdoer gritar isto a todos os cantos do mundo, quero poder dizer a todos estes corredores, a todas a estas almas na rotina, que eu encontrei a felicidade, que eu encontrei o mundo nos teus olhos, e encontrei em ti, os meus sonhos.
Não consigo forçar-me a afastar a mão da tua. A manter os meus lábios afastados dos teus, a não poder abraçar-te, de não poder dizer aquelas coisas que eu espero o dia inteiro para dizer aos teus ouvidos, simplesmente quando te vejo, não me consigo conter, declaro-me ao vento para que as minhas palavras de adoração voem pelo mundo fora, encontrando as pessoas e sussurando-lhes que a felicidade existe e que eu estou completamente perdido nela, e portanto, não consigo manetr-me calado, quando a pessoa mais bonita, quando os olhos mais desejáveis se encontram ao meu lado, e por isso o mundo sabe. O mundo sabe que os sonhos são reais, que há no céu um espaço onde os deuses não conseguiram agarrar e conter a minha estrela, que eu de todas as pessoas, fiquei contigo.
Fiquei com os teus olhos de esmeralda que olham os meus, fiquei com a tua voz que me sussura as frases mais lindas da minha vida, com as orelhas mais adoraveis e beijáveis que conheço, e depois tenho os teus lábios, finos e delicados que eu gosto de manter sempre junto dos meus, e o mundo não está prepaardo mas, devia ouvir o que eu tenho para dizer porque enquando as silhuetas deste mundo continuam noa anonimato, eu encontrei-me e encontrei a minha felicidade, e embora seja recente, quando sinto as minhas mãos nas tuas, de dedods entre-laçados, quando me beijas, quando dizes que não queres que vá, eu sei que te quero mais que ninguém, sei que quero fazer-te só feliz, quero que este sonho não acabe, quero estar contigo.

Christinne, estar contigo faz-me viver, ver-te faz-me ver, abraçar-te faz-me respirar, beijar-te faz-me sentir de novo, e grito a estas ruelas o teu nome, porque deste-me vida.


Eu não te largo.

sexta-feira, 27 de julho de 2007

I Want To Jump Into The Sea Of Lights




And Dreaming Of You Is Something I Long For, Being With You Is Something I Want, And I Count The Seconds To Be With You Again.