quarta-feira, 31 de outubro de 2007

Free Baby Free


And tonight the coastline is quiet, it’s quieter than it’s ever been.
Honey this town is a prison, with its four walls closing in
and they got one pill to make you smaller, they one pill to make you scream.
Darling this heart is on fire, and this life is but a dream

alright, alright.

You see this town pulls my heart strings, I fell in love with the Shrewsbury stars
but you see there’s far too many diamonds, in the back seats of borrowed cars
And I could never stop this burning honey I can’t settle dust,
I could never stay awake through dark and this heart is on fire

alright alright.

Tonight tonight
we’re gonna ride like silver on a desolation moonlight
tonight tonight
ain’t coming back until the morning light,
tonight tonight
it’s alright alright
tonight tonight. Alright alright.
dancing my moonlight, my old friend the twilight

terça-feira, 30 de outubro de 2007

Eu e Ele


Mantenho com Ele uma relação que não vem em nenhum livro escrito, nem vem em nenhuma obra literária milenar, a minha relação com Ele, minha e d'Ele apenas é, pois não sou um normal fiel.
Não sou mais que um fiel seguidor mas, sou mais sincero ao ser despreocupado do que todos vós que d'Ele tem medo, pois vós sois os verdadeiros infiéis, que vêem n'Ele uma figura vingativa e opressora, pois eu não me imporot, pois se Ele existir a Ele presto contas, e não vou escodner os meus erros nem pedir perdão por todos os meus pecados, pois não sou um simples fraco que encessita perdão, eu peço força para me ajduar a resolver os problemas, e os pecados que cometo não é com avé marias nem preces que resolvo, tento superá-los com boas acções, pois não me deixo cair na tentação de pedir a Ele clemência alimentando-me de ociosidade.
Não me escondo atrás de uma cruz e de um objecto em tempos de aflicção, recorro a Ele quando nada parece ouvir mas, não são tributos nem corrupções com ouro, apenas as minha smãos preciso para orar, não preciso de garantias que penso n'Ele pois se a minha voz deixa de falar nele, Ele aparecerá quando nada restar e eu ouvilo-ei, não preciso do conforto de falsa fé de um crucifixo, não é adoração a ídolos que pratico, é uma fé que nunca esqueço.
E não é a falta de humor que Ele tem, é sim a sua falta de motivos para rir, pois quando a sua casa é antro de crime e pecado, também eu perderia motivos para rir, a Igreja não me representa, bando de protectores de malfeitores, que nos pregam sermões e questionam a nossa moral, em nada tem direito de me apontar defeitos,pois os seus actos contra as pessoas são senão que o maior pecado delees por uma cruz de ouro não os vai salvar nem todos os aleluias destes céus!
Receiam-No pois vêem-no como julgamento, eu não O temo, pois para com ele sou quem sou para toda a gente, quando chegar a hora de pagar os meus erros irei pagá-los mas, não vou cair na indulgência de um medod e um opressor, pois não sou Seu servo, sou seu seguidor, e não me ponho de joelhos e peço perdão pois ele vê pelos meus actos, e não provo nem prego a minah fé, ela está aqui dentrod e mim, e não preciso de a celebrar, pois no coração sou o mais fiel dos cristãos, mais fiel do que todas as preces que pregas.

Posso ser arrogante e pretensioso e quandoa hroa chegar serei julagdo mas, a minha paga vai ser metade de todos os que O recearam, todos os que n'Ele viram a desculpa para tudo.

Teclas ao sabor do vento


Fernando Pessoa era idiota! Luís de Camões era um bêbado! Eça de Queiroz um snob!

Tudo Hipócrita. Nada real

Não há corações sensatos neste imaginário literário.

Salve auto-biorgafias de futebolistas, a literatura portuguesa estagnava estava.

Eu gosto de escrever e soar esperto.

Eu escrevo porque tenhoa mania que sentido algum faço.

E VIVA A POESIA!

segunda-feira, 29 de outubro de 2007

A este texto chamo de algo.


Falta-me Inspiração. Gastei as pontas dos dedos em escrita intensiva nos últimos tempos, vazei tudo o que sabia e cansei-me de certas palavras, de certos assuntos, pois estou farto desta esprial de aborrecimento e de repeitção, pareço um maldito disco rachado a tocar semrpe o memso, não me apelido de um tom apenas, quero ser as cores todas a que estas palavras conotadas com demasiados valores e lamúrias conseguir inserir, hoje em dia todos nós precisamos de um abanão, eu preciso de vários.
Não entrar em confusões mentais é o meu serviço público, ultimamente tenho preterido ideias a ócio, ando um pouco cansado da minha própria voz, os meus pensamentos idílicos são um monte de disparates que merecem silêncio. E cá estão os comentários depreciativos, a esquizofrenia parece atingir novos níveis.
Estou portanto a relatar o quão cansado estou comigo mesmo. Ou algo parecido? Inseria-se aqui uma metáfora mas, todos sabem que este ettxo tem um contexto, talvez não tenha e eu só esteja a tentar fazer uma linha de racíocinio para chegar a um fim, é agora que apresento uma conclusão...


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P.S- Não fiz sentido certo?

quinta-feira, 25 de outubro de 2007

Em Falta de Ideais


Passei tanto tempo sem me aperceber do que me rodeava, perdido em coisas minhas e momentos de felicidade tenho negligencido a parte de mim que alguma coisa queria mudar, que queria ser maior que a vida, esqueço-me de defender as coisas mas, agora estou demasiado cansado para lutar.
O coração bate mas, é uma ilusão pois não sinto nenhum conforto, encontro-me demasiado exausto para fazer mais do que me arrastar por todas essas ruelas que escrevem no meu caminho, e sinto-me um maldito deprimido por todas estas palavras que escrevo, é tudo uma condenação mental, torturo-me apenas para me lemrbar, se a somrba fosse viva já estava no chão completamente acordado, e é por isso que me custa tanto estar assim, limitado.
Custam-me estas limitações, custa-me estar preso entre o que posso e não posso fazer, estou a deixar a facildiade de cair apoderar-se de mim, e negligencio todas as vozes que me entoaram músicas de protesto e me ensinaram a lutar pela moralidade, por um mundo melhor, dei prioridade a outros assuntos e esqueci-me do mundo que desejo mudar, porque a procura do meu Eu está no mundo alterar, de mudar vidas para melhor, de ser alguém.
Pois dêe-me ideais, porque não quero parar, não evolui, quero crescer como pessoa e quero encontrar a minha música para cantar, ainda quero mais dieais, porque o passado é errado, preciso de novas palavras para me inspriar.

Não aguento não sentir, não aguento sentir-me parado, não aguento não lutar por nada, quando lutar por algo é tudo o que eu sei.

Sigh's Are A Progressive Way Of Work For Modern Times


Encontro-me sentado. Olho para a parede mas, não olho realmente para nada, os meus olhos estão vidrados em pensamentos. Suspiro, e quando o faço sinto a vibração em todo o meu corpo, todos os cantos perdidos da minha mentem aliviam-se por ténues segundos, encontro-me portanto sem nada fazer.
A luz ténue do candeeiro ilumina os inumeros rascunhos de disciplinas variadas pelo qual não revelo um grande interesse, apenas me parece o mais indicado. O meu coração bate lentamente, perdido numa canção melosa, a intoxicar-me com um peso na minha consciência, e os olhos semi-cerrados continuam a fixar a parede, ainda me encontro parado.
Debaixo dos mais variados medicamentos, Diprosones, e Ortodrexes, encontram-se fotos de momentos aleatórios, tardes bem passadas entre amigos e de momentos dignos de captura, podia suspirar por cada cara sorridente nelas, neste momento sou apenas um observador ligeiramente enfastiado, bastante concentrado em nada. Inumeros relógios certos apontam as quase nove horas da noite, acaba de passar mais um dia em que nada aproveitei, mais um desses dias.
E olho pela janela, esperando uma brisa mas, o vento frio da noite não surte nenhum efeito em mim deixo-me ficar debaixo da luz do candeeiro.
Tranco todas as portas e ponho a música monótona a tocar, preciso de acender um pouco de vida aqui, olhando para a cama que me chama esboço um fraco sorriso, e numa caminhada lenta fico a olhar a estrada.
Perco-me entre olhares e divagares, e não sei bem o que sinto, outro suspiro daqueles que ressoa em mim prepara-se para sair. Vagarosamente volto a sentar-me na cadeira. Perco-me a escrever, a noite ainda foi útil

quarta-feira, 24 de outubro de 2007

Engrenagem


Rodam rodam as rodas dentadas que movem-se em voltas perfeitas movendo-se mutuamente. Rodam , rodam pondo tudo a funcionar, com uma bomba que é o coração põe o sangue a bombear, bombeia bombeia por tudo quanto é lado, por cabos de óptica de vidro ou simples nervos, perorre este sangue em curso de espiral, vai acima e vai abaixo numa correria de sociedade moderna sem nunca parar, bombeia mais sangue para por a engrenagem a funcionar.
Energia, energia, os cabos da espinha ligam os protões e neutrões e alimentam que nem fábrica a cidade o meu cérebro e começa toda a actividade. Capitalista membro que impulsiona descargas a todos os subalternos, continua sempre a apregoar o sistema de engrenagem a funcionar, tic atc de bater de corações marca o compasso da vida diária, faxes e telégrafos de neurónios apeldiados mantém o contacto, corre corre o sistem sem nunca esquecer o bombear, e bombeia mais uma vez para o percurso manter acordado.
Agulhas apontam e termómetros designam, o sistema não pára, rodam rodam rodas dentadas para os meus pulmões porem a bombear feitos balões de ar quente, rodam rodam o nervo, e bombeia bombeia por tudo quanto é sítio, o tic ttac tic atc nada pára, é tudo uma engrenagem, engrenagem que não ousa parar.
Puxa e repuxa, deixa o sangue subir, deixa descer, elevador e teleférico, upa e upa abaixo, palavras de engrenagem põe dedos a carregar em teclas, é tudo do ditador cérebro a controlar! Ebgenhos e maquinarias, é tudo sistema de roldana, rodando rodando, e puxando para baixo o sangue, para os nervos por a funcionar. Tic Tac Tic tac, o meu corpo não parece parar.
É uma corrida constante, e o coração feito bomba, a gerar a batida de trabalho, roda rodam as redes de rodas dentadas e controlam a acção, sobe e desce sangue meu, e alimenta os motores e os engenhos para que ditador cérebro tiranicamente me governo, tic atc tic tac a rotina de viver é maquinaria de maior fulgor, toca toca, e remexe e mexe, coração meu és engrenagem que parece nunca terminar.
Tic Tac Tic Tac, sou mais máquina ao que de robô possa apelidar