There's a man
Who's travelin' in the wind
He's old voice reachin' me
And drawing me in
Closely tonight
He's got the blues on a sleeve
And some words pourin'
I didnd't know yesterday
But I understand now
Your words make me
Feel like I'm born today
Mr. Dylan don't forget my name
Cuz I don't know how to explain
That my mother's cryin'
My dad's a sighing
There's a thead of home
from you coming in
I don't know much about nothing
but what I Know, is that I'm not really low
Your words opened my new born eyes
Now I can see, And for once I don't feel blind
On the road,
Is a book i've never read
Between Moonshiner and
Blowin In The Wind
I found chapters that
Keroauc seemed to forget
I wrote you this song
And I don't know how
to make you see that
Your journey made my
journey begin
Mr. Dylan you are what amde me
Follow the wind
I'm never goin home
Because there ain't no place I
remember that anme from
I'm a traveller and a vagabomd
A writer they say
But til I find my voice
I'll just quote you then
Mr. Dylan I wish you
Could lend a hand
Because talent is running very thin
sábado, 13 de setembro de 2008
As memórias do novo Pássaro de Corda #1
Batem levemente
as asas do pássaro de corda
quebram a solidão
das horas que se fiam na roca
Sentam-se no alpendre
raparigas e serpentes
o sonho escala a casa
tudo se dissolve
ao som do pássaro
que faz passar as horas
Longe vai a noite silenciosa
mais uma que o sonho engole
a vida dorme
e o pássaro toca
A solidão envolve
e a cidade transforma
nú só com o imaginário
a beleza suave de um quadro
a cidade vista de olhos semi-cerrados
Toca o pássaro de corda
E a melodia inovca
uma chave guardada
coração num cofre
em sonho na cidade
O corvo olha e a
bandeira verde esvoaça
o sono apaga a visão
a corda completa a volta
e o pássaro de novo toca
Amanhã é só mais um dia
para o novo pássaro de corda
as asas do pássaro de corda
quebram a solidão
das horas que se fiam na roca
Sentam-se no alpendre
raparigas e serpentes
o sonho escala a casa
tudo se dissolve
ao som do pássaro
que faz passar as horas
Longe vai a noite silenciosa
mais uma que o sonho engole
a vida dorme
e o pássaro toca
A solidão envolve
e a cidade transforma
nú só com o imaginário
a beleza suave de um quadro
a cidade vista de olhos semi-cerrados
Toca o pássaro de corda
E a melodia inovca
uma chave guardada
coração num cofre
em sonho na cidade
O corvo olha e a
bandeira verde esvoaça
o sono apaga a visão
a corda completa a volta
e o pássaro de novo toca
Amanhã é só mais um dia
para o novo pássaro de corda
Tornar uma história em memento
Passa um ano e já nada é como dantes.
Já os sentimentos espaireceram em frustrações, estações inconstantes e sonhos enterrados, o que antes me fazia sorrir apenas queima, a última fagulha de uma fogueira que luta por permanecer viva.
E apenas traz problemas, apenas prolongam as memórias que já sentimentos no seu centro desapareceram, ainda estou apaixonado por coisas que para mim já anda representam.
Caminho pelos mesmos lugares procurando resposta ou sentimenentos, apelo à minha memóra, à sensação e tento relembrar o que me assolou durante este último ano.
E a verdade é que tudo isto desvaneceu, o tempo limpou o meu corpo da dor, a memória das paredes da velha cidade, e agora sinto que perdi um pedaço de mim, uma pétala na flor que é a juventude que floresce.
E é por isso que o tempo passa, é curel o efeito do tempo, que tal como o mar engole a rocha, o tempo engole a memória e o sentimento e tudo o que foi, deixará de ser, o que importou deixa de importar.
Poderei olhar para uma foto, e não mais sentir?
Sinto-me perder à medida que um caminho percorro nesta vida, e olho para a tua cara e sei que me fechei do mundo que criei, quando me chamava arquitecto, e tu caminhante, a porta está fechada nesses teus olhos verdes.
Mas, é importante manter-te, porque não desejo mais derrubar canta ponte que ergui, quero preservar um mememnto, de quando fomos algo, de quando corações batiam em sintonia, e a tua voz fazia sinfonia com as estrelas do meu céu.
E agora cansado, sentado numa velha poltrona a milhares de quilómetros de casa, braços roçando os da cadeira, sinto a imaginação desvanecer, esqueço a cara, os meus ouvidos já não se lemrbam do som da tua voz, os meus lábios já não sabem o teu nome.
Mas, na minha mão firme e desgastada, guardo sempre em papel, que escrevi algures nos recantos de um papel.
"para sempre"
E aí, nunca esquecerei. Não deste sentimento.
Já os sentimentos espaireceram em frustrações, estações inconstantes e sonhos enterrados, o que antes me fazia sorrir apenas queima, a última fagulha de uma fogueira que luta por permanecer viva.
E apenas traz problemas, apenas prolongam as memórias que já sentimentos no seu centro desapareceram, ainda estou apaixonado por coisas que para mim já anda representam.
Caminho pelos mesmos lugares procurando resposta ou sentimenentos, apelo à minha memóra, à sensação e tento relembrar o que me assolou durante este último ano.
E a verdade é que tudo isto desvaneceu, o tempo limpou o meu corpo da dor, a memória das paredes da velha cidade, e agora sinto que perdi um pedaço de mim, uma pétala na flor que é a juventude que floresce.
E é por isso que o tempo passa, é curel o efeito do tempo, que tal como o mar engole a rocha, o tempo engole a memória e o sentimento e tudo o que foi, deixará de ser, o que importou deixa de importar.
Poderei olhar para uma foto, e não mais sentir?
Sinto-me perder à medida que um caminho percorro nesta vida, e olho para a tua cara e sei que me fechei do mundo que criei, quando me chamava arquitecto, e tu caminhante, a porta está fechada nesses teus olhos verdes.
Mas, é importante manter-te, porque não desejo mais derrubar canta ponte que ergui, quero preservar um mememnto, de quando fomos algo, de quando corações batiam em sintonia, e a tua voz fazia sinfonia com as estrelas do meu céu.
E agora cansado, sentado numa velha poltrona a milhares de quilómetros de casa, braços roçando os da cadeira, sinto a imaginação desvanecer, esqueço a cara, os meus ouvidos já não se lemrbam do som da tua voz, os meus lábios já não sabem o teu nome.
Mas, na minha mão firme e desgastada, guardo sempre em papel, que escrevi algures nos recantos de um papel.
"para sempre"
E aí, nunca esquecerei. Não deste sentimento.
Carta A Alguém
Escrevo sem destinatário, a lembrança ou a sentimento, a algo que não tem uma real forma ou uma identidade.
Escrevo +prque me sinto compelido a fazê-lo, escrever histórias que nunca aconteceram, relatos de ideias e momentos que podem nunca ter acontecido.
Dedico esta carta a pseudónimo incógnito, pergunto se alguém um dia a irá receber.
Escrevo com nostalgia na alma e saudade nos dedos, e no entanto não sei do que realmente tenho saudade.
Não é uma época específica, ou alguém concreto, não é uma ideia nem teoria, é só uma sensação perdida no recanto da escuridão que é o meu ser.
Sei que é de algo, talvez de alguém, sei que nesta caixa em forma de coração este sentimento está endereçado.
Falta uma chave para o abrir, para descobrir o que é, e sei que para qual é a chave tenho que saber qual é o sentimento.
E procuraria durante dias e noites, na chuva na penumbra, noites agarrado à escrivaninha procurando desobrir solução.
O grande resultado das minhas pesquisas, a solução que encontrei para a minha questão, é que talvez tu saibas a resposta.
tu que desconheço mas, quando imagino os teus olhos, vejo semblante de fechadura. quando tento saber como bate o teu coração vejo o perfil da caixa, quando penso que existes aí nesse mundo fora, sinto a chave, o nome do sentimento surgir.
Agora procuro todos os dias, na estrada ou no recanto escondido do meu leitor de vinil, tento, continuo, nunca desisto.
Por enquanto não sei quem é, nem como se chama mas, escrevo esta carta destinada a ti, aquela de quem desconheço o nome.
Que sensação é esta perdida em mim?
Esperando resposta,
P.S Downer
Escrevo +prque me sinto compelido a fazê-lo, escrever histórias que nunca aconteceram, relatos de ideias e momentos que podem nunca ter acontecido.
Dedico esta carta a pseudónimo incógnito, pergunto se alguém um dia a irá receber.
Escrevo com nostalgia na alma e saudade nos dedos, e no entanto não sei do que realmente tenho saudade.
Não é uma época específica, ou alguém concreto, não é uma ideia nem teoria, é só uma sensação perdida no recanto da escuridão que é o meu ser.
Sei que é de algo, talvez de alguém, sei que nesta caixa em forma de coração este sentimento está endereçado.
Falta uma chave para o abrir, para descobrir o que é, e sei que para qual é a chave tenho que saber qual é o sentimento.
E procuraria durante dias e noites, na chuva na penumbra, noites agarrado à escrivaninha procurando desobrir solução.
O grande resultado das minhas pesquisas, a solução que encontrei para a minha questão, é que talvez tu saibas a resposta.
tu que desconheço mas, quando imagino os teus olhos, vejo semblante de fechadura. quando tento saber como bate o teu coração vejo o perfil da caixa, quando penso que existes aí nesse mundo fora, sinto a chave, o nome do sentimento surgir.
Agora procuro todos os dias, na estrada ou no recanto escondido do meu leitor de vinil, tento, continuo, nunca desisto.
Por enquanto não sei quem é, nem como se chama mas, escrevo esta carta destinada a ti, aquela de quem desconheço o nome.
Que sensação é esta perdida em mim?
Esperando resposta,
P.S Downer
domingo, 20 de julho de 2008
Break The Chain Of The Habit
Leio as minhas palavras antigas e suspiro, passei demasiado tempo fechado em poesia adolescente e em sentimentos de ambição e procura, o talento que não parecia verter, a minha própria auto-psicografia.
No entanto olhando o sol de verão e o mar que envolve as rochas sei que não preciso de nada disso, já chega de querer, é preciso viver.
Olho para as palavras gastas, as canetas usadas, e as letras repetidas, e se pudesse lançava tudo ao vento, pois chegou a altura de tirar as correntes do meu coração e alma, está na altura de sair dos recantos escuros da minha mente, e acender uma vela, abrir uma janela e deixar o dia entrar.
Não fui feito para estar fechado em casa, nem para viver preso a um quarto e a um computador, a sentimentos e a almas torturadas.
A eterna procura pela minha felicidade não acabou, ainda está no ínicio mas, percebo agora que não está em pensar nela mas, em vivê-la, viver os amigos, os copos que embatem num brinde, as conversas a meio da noite, os mergulhos na noite com o riso de quem de mim gosta, o riso de uma piada, um encontro de amigos que há muito não se vêem, uma corrida na praia, uma passagem nas ondas, uma viagem na estrada.
Acabou o tempo para pensar, agora é hora de sorrir, sempre fui uma pessoa para se sentir bem, do que suportar a dor, não faz sentido.
Caminho agora na rua, e ouço os pássaros chilrear, há pessoas presas aos seus fantasmas e problemas, na verdade, é tudo tão simples, respirar fundo e dar um passo em frente é tudo o que preciso fazer.
Ainda tenho muito a crescer, no entanto se pensar menos nisso, acredito ser mais feliz.
Ninguém vai soltar o mal em mim, mesmo que tente.
No entanto olhando o sol de verão e o mar que envolve as rochas sei que não preciso de nada disso, já chega de querer, é preciso viver.
Olho para as palavras gastas, as canetas usadas, e as letras repetidas, e se pudesse lançava tudo ao vento, pois chegou a altura de tirar as correntes do meu coração e alma, está na altura de sair dos recantos escuros da minha mente, e acender uma vela, abrir uma janela e deixar o dia entrar.
Não fui feito para estar fechado em casa, nem para viver preso a um quarto e a um computador, a sentimentos e a almas torturadas.
A eterna procura pela minha felicidade não acabou, ainda está no ínicio mas, percebo agora que não está em pensar nela mas, em vivê-la, viver os amigos, os copos que embatem num brinde, as conversas a meio da noite, os mergulhos na noite com o riso de quem de mim gosta, o riso de uma piada, um encontro de amigos que há muito não se vêem, uma corrida na praia, uma passagem nas ondas, uma viagem na estrada.
Acabou o tempo para pensar, agora é hora de sorrir, sempre fui uma pessoa para se sentir bem, do que suportar a dor, não faz sentido.
Caminho agora na rua, e ouço os pássaros chilrear, há pessoas presas aos seus fantasmas e problemas, na verdade, é tudo tão simples, respirar fundo e dar um passo em frente é tudo o que preciso fazer.
Ainda tenho muito a crescer, no entanto se pensar menos nisso, acredito ser mais feliz.
Ninguém vai soltar o mal em mim, mesmo que tente.
Os Danados(Uma autópsia das mentalidades kafkaeskas e da cultura pop) - Um título pretensioso
Chamam-me Estranho
Apelidam-me de incomum
Sou nem um nem outro
Sou a música no vinil
E o mais egocêntrico
Dizem-me parvo
Acho que dou mais numa de chato
Não gosto de pasuas ou rotinas
Um salto e uma bateria
é a minha perfeita sinestesia
Dá-me energia
Nem que as pernas desistam
Penso demais
E por vezes não pareço fazê-lo
Sou imprevísivel e complicado
Sou um caso à parte
E um disco riscado
Usa-me e engana-me
Saberei mais do que julgas
Sou incompreensivel e inimigo
Mas, sem quem não é meu amigo
Quem sou eu?
Senão quem não sei que sou.
Fixe,Fixe, Fixe.
Chama-me de tudo
Apenas dá-me mérito
E não me chames genérico.
Apelidam-me de incomum
Sou nem um nem outro
Sou a música no vinil
E o mais egocêntrico
Dizem-me parvo
Acho que dou mais numa de chato
Não gosto de pasuas ou rotinas
Um salto e uma bateria
é a minha perfeita sinestesia
Dá-me energia
Nem que as pernas desistam
Penso demais
E por vezes não pareço fazê-lo
Sou imprevísivel e complicado
Sou um caso à parte
E um disco riscado
Usa-me e engana-me
Saberei mais do que julgas
Sou incompreensivel e inimigo
Mas, sem quem não é meu amigo
Quem sou eu?
Senão quem não sei que sou.
Fixe,Fixe, Fixe.
Chama-me de tudo
Apenas dá-me mérito
E não me chames genérico.
Swimming thru the rythm, flowing thru the darkness
Um mundo vintage, onde o rosa e o negro se misturam à flor da peloe, é um anúncio dos anos 50 a passar no tablier do meu Mustang enquanto acelero nas ruas negras desta cidade a preto e branco.
Os passos sensuais e as luzes negras e brancas de um bar onde a música psicadélica invade, a guitarra aguerrida presa por um sabor de serra que se prolonga e ecoa na arquitectura neo-gótica.
Somos todos párias da sociedade, e no entanto somos todos seres da noite, noctívagos e insómaníacos, o fumo prolonga os nossos pulmões, e os nossos passos de dança lembram o bater do coração.
Não há palavras como o ritmo de uma seis cordas, nem há perfume como o cheiro dos pneus a queimarem o alcatrão, na estrada até ao fim do tempo.
Pego na minha mulher de armas, o cabedal a segunda pele, o rock n roll a sua alma, seremos sempre um, enquanto a lua e a chama continuarem.
E o refrão chega, e o extâse da dança ao limite vai, os passos sedutores ao som da batida, o Quentin Tarantino o nosso guião, na ponta da língua.
E o baixo volta à mesma linha, e rolam os créditos, este é o filme B da noite e da imaginação, do film noir e do vintage, somos acólitos de um estilo, somos senão nós.
Esta é a nossa música, vamos dançar.
Rave On Silent Buzzsaw Guitars
Os passos sensuais e as luzes negras e brancas de um bar onde a música psicadélica invade, a guitarra aguerrida presa por um sabor de serra que se prolonga e ecoa na arquitectura neo-gótica.
Somos todos párias da sociedade, e no entanto somos todos seres da noite, noctívagos e insómaníacos, o fumo prolonga os nossos pulmões, e os nossos passos de dança lembram o bater do coração.
Não há palavras como o ritmo de uma seis cordas, nem há perfume como o cheiro dos pneus a queimarem o alcatrão, na estrada até ao fim do tempo.
Pego na minha mulher de armas, o cabedal a segunda pele, o rock n roll a sua alma, seremos sempre um, enquanto a lua e a chama continuarem.
E o refrão chega, e o extâse da dança ao limite vai, os passos sedutores ao som da batida, o Quentin Tarantino o nosso guião, na ponta da língua.
E o baixo volta à mesma linha, e rolam os créditos, este é o filme B da noite e da imaginação, do film noir e do vintage, somos acólitos de um estilo, somos senão nós.
Esta é a nossa música, vamos dançar.
Rave On Silent Buzzsaw Guitars
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